Lisboa, Portugal

Lisboa mescla tradição com modernidadeDica para seus passeios cedo: a maioria dos locais abre às 10 h. Procure começar pelos locais abertos.

Pode começar a sua visita pela parte nova da cidade: Parque das Nações, a Torre Vasco da Gama e o Oceanário de Lisboa, um dos maiores do mundo.

Depois, seguindo o Rio Tejo, vai encontrar o Museu Nacional do Azulejo, mas não sem antes almoçar no restaurante “O Caçador” (simples, mas um dos melhores pescados de Lisboa).

Dali, vale uma esticada até o Museu Calouste Gulbenkian e seus belos jardins.

À noite, pode escolher uma das várias casas no bairro Alfama e assistir um espetáculo de Fado, enquanto prova o excelente vinho português.

Se começar o dia na Praça Luís de Camões, pode caminhar pelo Chiado em direção ao elevador Santa Justa, com direito a parar no caminho, para sentar com a estátua de Fernando Pessoa.

Ao descer no elevador, estará perto da Praça dos Restauradores, onde irá conhecer a belíssima estação de trem do Rossio com seus azulejos.

Pronto, já abriu o Castelo de São Jorge e você está perto dele. Lá terá uma bela vista de Lisboa e encontrará dóceis pavões.

Com 5 minutos de caminhada entre o castelo e o Lg. Portas Sol, pode pegar o bonde 28 e saltar 3 estações depois para visitar a Sé de Lisboa.

Quando sair, com menos de 10 min. a pé, vai encontrar bons locais para comer na bonita Praça do Comércio.

No dia seguinte, pode começar sua caminhada na Rosa dos Ventos, em frente ao Padrão dos Descobrimentos, e seguir pela margem do Tejo até a Torre de Belém (adivinha: também abre às 10 horas, rsrs).

Após essa rápida visita sugiro seguir para o imponente Mosteiro dos Jerónimos, construído em estilo gótico com dois museus: um marítimo e outro arqueológico.

Logo ao lado, fica a famosa padaria “Pastéis de Belém”. Você não conhece pastéis de Belém sem ter comido os de lá…

Também tem outros locais, como a pitoresca “Feira da Ladra” (mercado de pulgas, onde você encontra de quase tudo), a lindíssima Câmara Municipal de Lisboa, o delicioso Mercado da Ribeira, o moderno Museu Coleção Berardo e muito mais.

Enfim, Lisboa é uma cidade que nos recebe de braços abertos e com quem temos estreitos laços culturais e de amizade.

Alaska

Apesar do Alaska ter sido descoberto em 1741 pelo navegador dinamarquês Vitus Bering, começou a ser colonizado por caçadores russos a partir de 1784 e se tornou um território do império Russo.

Por conta de grandes dificuldades financeiras do Império Russo, além do receio de perder o território para seu o rival, Império Britânico, que tinha o Canadá como colônia, Czar Alexandre II decidiu oferecer vender o Alaska para os Estados Unidos.

Com a argumentação de impedir o avanço britânico no continente norte-americano, além de ajudar a Rússia que tinha sido um grande aliado na Guerra de Secessão, o Secretário de Estado William Seward convenceu o presidente norte-americano a comprar esse território em 30 de março de 1867.

Apesar do preço irrisório de dois centavos o acre, o congresso americano ridicularizava a compra de US$ 7.200.000,00 no que chamava de “a loucura de Seward”, a “Geleira de Seward” ou “o jardim de ursos-polares de Andrew Johnson” (presidente americano).Já em 1959, o presidente Eisenhower transformou o território do Alaska no 49º estado, sendo o maior e menos povoado do país.

Sem dúvida, a melhor forma de chegar ao Alaska é através de cruzeiro partindo de Vancouver (minha opção) ou Detroit. Eles vão parando por cidades alasquianas que são muito pequenas, onde podemos ver muita coisa a pé e no mesmo dia.

No navio você também pode adquirir pacotes para pequenas excursões ou shows nas paradas.

Primeira parada, Ketchikan também traz belas paisagens e influência canadense como no Totem Bight Park. Também há tempo para assistir o divertido Lumberjack Show e passear pela Creek Street.

O dia seguinte é na capital Juneau. Primeiro contato com geleiras como Mendenhall Glacier e cachoeiras como Nugget Falls. Imperdível a visita ao Glacier Gardens & Rain Forest, mas sem deixar de conhecer o lendário Red Dog Saloon.

Mais um dia e chega a Skagway fundada por caçadores de ouro. Depois de visitar o centro histórico e um lanche no Red Onion Saloon, sugiro pegar o trem para Yukon, pela White Pass Railway e apreciar vistas espetaculares.

Os próximos dias são de navegação pela Glacier Bay, visita à impressionante Hubbard Glacier e chegada em Whittier.

Fim do Cruzeiro e hora de pegar uma condução para Anchorage, maior cidade do Alaska.

É um lugar comum sem grandes atrações, mas com bons restaurantes onde podemos encontrar o delicioso King Crab (caranguejo gigante, com patas que podem chegar a um metro).

Hora de pegar o carro, dirigir até Girdwood e embarcar no helicóptero que leva até o alto de uma geleira para uma travessia surreal em dog sledding (trenó de cães).

Pé na estrada em direção a Talkeetna, simpático povoado próximo do Denali National Park. Aqui já precisamos de repelente (sim, tem mosquito no Alaska). Comum ver imponentes águias pousadas nas árvores e vários esquilos pelo caminho.

Cuidado ao dirigir nas estradas e cidades daqui em diante. Alces atravessam na sua frente sem a menor cerimônia…

Na travessia do Parque Nacional encontramos uma infinidade de animais em meio a uma natureza exuberante.

Já em Fairbanks, você pode experimentar um Martini no hotel de gelo do Chena Hot Springs, onde as esculturas, bancos, balcões e até os copos são todos de gelo.

Na visita à antiga mina de ouro (Gold Dredge) você pode até arriscar uma garimpada. Eu peguei uma pepita! Tudo bem que era do tamanho de uma cabeça de alfinete, rsrs.

Claro que também fui no Museu da Universidade do Alaska. Mas, pena que eu não pude ir no parque da cidade, pois havia muitos ursos e eles estavam um pouco indóceis…

Daí até o círculo polar, não recomendo pois não vi nada interessante.

Enfim, o Alaska traz surpresas e deixa saudades.

Amadurecimento e responsabilidade

Amadurecer requer responsabilidade, concorda?

Essa responsabilidade envolve aceitar o que não podemos controlar e ter coragem para agir diante aquilo que temos o controle de mudar.

Além disso, a responsabilidade está em assumir que a nossa felicidade e infelicidade dependem unicamente de nós mesmos.

Aceitar esse processo é o mais importante.

Isso faz sentido para você?

O desejo sumiu …

A libido é controlada pelo androgênio nas mulheres e por isso é normal a falta do desejo sexual em fases que comprometem esse hormônio como no climatério.

Outros fatores também podem potencializar a falta da libido como o estresse, ansiedade, problemas no relacionamento e uso de medicamentos.

Para lidar com isso é importante identificar as causas e tratar devidamente. Nos casos em que a falta de libido é consequência do uso de algum medicamento, o médico pode orientar a troca, alteração da dose ou suspensão do medicamento. Quando está relacionado com alterações hormonais, pode ser recomendada a realização de terapia de reposição hormonal.

Combater a ansiedade e o estresse também ajudam a aumentar a libido, assim como melhorar a auto estima e praticar exercícios físicos.

Câncer de colo

Esse tipo de câncer é super comum e tem duas formas de você prevenir o surgimento dele.

A primeira é diagnosticar e tratar as lesões pré-cancerígenas antes que se tornem malignas, e a segunda é prevenir as condições pré-cancerígenas.
“Como assim, doutor?”

A realização de exames é essencial! O Papanicolau e o exame de detecção do papiloma vírus humano (HPV), ajudam no diagnóstico de lesões pré-cancerígenas antes que elas se transformem em tumores malignos. Uma lesão pré-cancerígenas encontrada pode ser tratada, evitando que se torne um câncer.

É bom saber que o teste de HPV pode ser feito na mesma amostra das células coletadas do Papanicolau.

Para evitar as lesões pré-cancerígenas é importante:
1. tomar a vacina contra o HPV
2. evitar exposições ao vírus
3. Usar preservativo
4. Não fumar! Isso mesmo… fumar aumentam as chances de você desenvolver o câncer.

Para um acompanhamento ideal, consulte o seu médico ginecologista!

Ho Chi Minh (antiga Saigon), Vietnã

Quando cheguei no Vietnã, fiz questão de passar alguns dias em Saigon, que passou a se chamar Ho Chi Minh em 1976, sem saber o que esperar da cidade.A primeira surpresa foi a forte influência do período francês (Saigon foi a capital da Indochina francesa), principalmente na arquitetura da cidade e na comida (as baguetes são ótimas). HCMC (sigla para Ho Chi Minh City – vou adotá-la a partir daqui) não é a capital, mas é maior, mais agitada e bem mais ocidentalizada do que Hanoi.Se você tem na sua cabeça uma cidadezinha pacata e destruída pela guerra, esquece. HCMC é cheia de prédios altos, super avenidas, lojas de grife, e por aí vai…Claro que há o caos típico das cidades asiáticas (e como há!) e aquela sensação de “pobreza” ou “sujeira” (o termo que preferir – para mim não é nenhuma das duas coisas, é apenas a forma de viver deles).A comida de rua está por toda a parte e cenas inusitadas como ver algumas pessoas dormindo de pijama em cadeira de praia, na calçada.Também há várias multinacionais se instalando na cidade e você pode ver estrangeiros (expatriados) por todos os lados.Com motos a partir de US$ 200,00 e os carros muito caros, um mar de motos transita pelas ruas, eventualmente também pelas calçadas, o que torna o passeio a pé, e a travessia das ruas, uma verdadeira aventura.Além de transportar a família, não raro um casal com dois filhos (alguns de colo) na mesma moto, podemos ver transportarem praticamente tudo (cabides de roupas, “varal” com peixes secos, pneus, etc.).A melhor forma que encontrei de transporte na cidade foi o Grab (tipo regional de Uber). Quando você chama, pode vir desde um carro mais simples, quanto um de luxo (que famílias abastadas locais disponibilizam em períodos ociosos).Enfim, HCMC é uma cidade surpreendente, super agitada, caótica, hospitaleira e com muitas opções de passeios.

Berlim, Alemanha

Berlim é realmente uma cidade que surpreende. Você precisa, ao menos, 3 a 4 dias para conhecer os pontos principais.Períodos turbulentos no séc. XX, como as Guerras Mundiais e a Guerra Fria, que deixaram suas marcas até hoje na cidade.O Portão de Brandenburg que, apesar de existir desde o séc. XVIII, se tornou um símbolo de uma cidade dividida pela Guerra Fria quando passou a fazer parte do “Muro de Berlim”.Outro vestígio da Guerra Fria é o Check Point Charlie. No meio da Friedrichstraße, esse posto militar era utilizado como controle de passagem. Próximo, tem o Mauer Museum, com entrada despretensiosa, mas conteúdo interessante. Quem gosta de compras, bom saber que domingo, praticamente todo o comércio está fechado. Uma exceção é a Feirinha do Mauerpark, onde acha bons casacos de inverno.O Bundestag (parlamento) mescla formas neorrenascentistas com uma cúpula de vidro que simboliza a transparência no governo.Falando em construções modernas, tem o Sony Center, centro comercial, localizado na Potsdamer Platz.Perto tem um pedaço do Muro de Berlim, famoso porque foi coberto com chicletes, vai entender… No centro histórico de Berlim, vale passear por Nikolaiviertel, com casas restauradas da idade média, no melhor estilo alemão.Depois, pode ir na Catedral de Berlim, que tem no interior toda a pompa da corte prussiana. No caminho, aproveite para conhecer a Prefeitura, prédio do séc. XIX, onde costumam ter exposições.Próximo, tem a Museumsinsel, com 5 museus: Altes, Neues, Alte Nationalgalerie, Bode e Pergamon.Melhor comprar tickets de 19,00 € para os 5 em um dia, ou o Berlin Museum Pass de 3 dias, por 29,00 €, para ir nesses e vários outros.Imperdível o Castelo de Charlottenburg, construído para ser uma residência de verão de Sophie-Charlotte, esposa de Frederico III, mesmo antes dele se tornar rei da Prússia.Se quer muvuca, tem a Alexanderplatz com seu relógio universal e vários artistas que se apresentam na rua.Fui no Memorial do Holocausto, mas, confesso que não me senti bem lá. Página triste da história da humanidade…Gostei mais da torre de televisão e do restaurante rotatório “Sphere”, onde jantei com uma bela vista da querida Berlim.