Como funciona o DIU hormonal

O DIU hormonal é fabricado de forma que libere, diariamente, pequena quantidade de levonorgestrel.

Este hormônio impede o espessamento do endométrio, tecido que “forra” o útero por dentro.

Como a menstruação ocorre pela descamação do endométrio espessado, esse DIU reduz bastante o fluxo menstrual e, em vários casos, a menstruação nem acontece.

Sendo assim, além da proteção contra a gravidez, ele também ajuda nas mulheres que têm um sangramento muito intenso ou muita cólica menstrual.

No Brasil, nós temos dois tipos.

Um com 19,5 mg de levonorgestrel e duração de cinco anos.

Outro com 52mg desse hormônio e que, apesar de constar na bula validade de cinco anos, alguns trabalhos recentes têm verificado proteção contraceptiva por até sete anos.

A exemplo dos outros tipos de DIU, eles podem ser colocados em consultório, sendo extremamente práticos e eficazes como contraceptivo, já que proporcionam uma proteção acima de 99%.

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Viva bem!

Melhore sua qualidade de vida

1 – Beba muito líquido e se alimente com dietas saudáveis como frutas vegetais, proteínas, carboidratos de baixa caloria e gorduras insaturadas (as encontradas no abacate, salmão, etc).

2 – Mantenha tudo limpo ao seu redor, assim como seu corpo. Tenha aquele sentimento de alegria que vem quando você olha em volta e vê que tudo está em ordem.

3 – Identifique o que lhe faz feliz. O que você quer da vida, e o que lhe dá real satisfação?

4 – Pare de se estressar tanto. A vida é cheia de problemas e eles provavelmente nunca vão acabar. Relaxe e não deixe que o estresse encurte sua vida útil.

5 – Passe mais tempo com seus entes queridos. O que supera a sensação de estar perto de pessoas que lhe importam e que cuidam de você?

6 – Entre na sua zona de produtividade. Uma boa vida também implica ser uma pessoa produtiva. Certamente, você não quer passar pela vida sem qualquer coisa feita e que afetam vidas.

7 – Escolha não ser uma pessoa estática e acredite no poder de crescimento. Você deve melhorar em tudo que está fazendo e, dessa forma, alcançar o crescimento.

8 – A qualidade do sono que você tem afeta tanto sua saúde física como mental.
Faça o que fizer, certifique-se de dormir bem todas as noites.

9 – Exercite-se regularmente. O sedentarismo predispõe várias doenças.

10 – Os relacionamentos desempenham um papel crucial na saúde mental. Saia, conheça novas pessoas, socialize e desenvolva relacionamentos que lhe apoiem.

11 – Descubra o que torna seu trabalho verdadeiramente significativo e se você precisa alterá-lo.

12 – Reserve um tempo para o lazer. Se permita reservar algum tempo para relaxar e se divertir.

13 – Desconecte-se de relacionamentos não saudáveis. Assim como relacionamentos saudáveis podem aumentar sua qualidade de vida, você não tem ideia de como relacionamentos tóxicos podem ser insalubres.

14 – Sorria. Sorrir mostra que você tem muita energia positiva por perto, independente do que a vida joga em você. Leva você longe da depressão e eleva seu humor.

15 – Leia e aprenda todos os dias. Aprenda novas habilidades, leia livros e informe-se sobre as coisas que acontecem ao seu redor.

Viva a vida !

Como é isso?

Ainda quando está dentro do útero da sua mãe, a mulher para de produzir seus óvulos.

No nascimento, são milhões de óvulos que, envoltos por uma camada de células, formam o que chamamos de folículos.

Estes folículos ficam no interior dos ovários e serão os responsáveis pela produção dos hormônios ovarianos, como pequenas fábricas.

Com a entrada da puberdade, um hormônio que é produzido na hipófise (glândula localizada na base do cérebro) estimula, mensalmente, o amadurecimento de centenas desses folículos.

Poucos causam a ovulação, sendo a grande maioria deles absorvida pelo próprio organismo.

Sendo assim, com a diminuição do número de folículos, a produção dos hormônios ovarianos vai ficando cada vez menor, até que não haja mais quantidade suficiente para produzir os ciclos menstruais e a mulher tem a sua menopausa.

Engordou ?

Se você tem mais de 40 anos e vem ganhando peso, ou conhece alguma mulher nesta situação, vale a pena dar uma paradinha para ler esse texto.

Muita gente diz que a menopausa faz as mulheres engordarem. Mas, isso é um mito !!

Vamos lembrar que, com o passar do tempo, várias pessoas diminuem suas atividades físicas e as “baladas” da juventude vão sendo substituídas por saídas para restaurantes.

Outro fator para o aumento do peso seriam os suplementos divulgados entre amigas como um “remedinho muito bom” para amenizar os sintomas da menopausa, sem a devida orientação médica.

E por que a barriga cresce? Bem, a queda na produção dos estrogênios, que acontece no climatério, provoca uma mudança no armazenamento de gordura na cintura e nos quadris.

Uma pesquisa demonstrou que a obesidade abdominal atinge 65,5% das mulheres de 40 a 59 anos e chegava a 73,8% nas com mais de 60 anos.

Isso é um grande problema, já que o maior acúmulo da gordura no abdômen traz risco aumentado de diabetes e doenças cardiovasculares.

E o que fazer para evitar tudo isso?

Claro que o principal é uma alimentação equilibrada e uma atividade física regular. Mas, é igualmente importante você eleger um profissional de saúde, com experiência na área do climatério, para lhe acompanhar e orientar quanto à necessidade, ou não, de tratamentos complementares.

Fique bem e viva bem !! 👍🏻

Posso ajudar?

Esse post não é mais de um assunto técnico mas sim daquilo que eu pratico e priorizo nos meus atendimentos. Se você me escolheu, saiba que:

👉O meu olhar para a saúde não se restringe à “questões ginecológicas”. Tudo está interligado incluindo o nosso emocional, certo? Por isso preconizo um atendimento integrado e humanizado;

👉Você terá a minha total atenção e disponibilidade. Prezo por um atendimento muito personalizado visando o seu total bem-estar.

👉Você não vai encontrar um médico “tirando pedido” por aqui. Estou falando de ACOMPANHAMENTO. Todos precisam de médicos que acompanhem a trajetória do paciente, analisando evolução em determinados casos, manutenção de todas as práticas adotadas. Não é à toa que tenho pacientes comigo há mais de 20 anos!!

Ainda resta alguma dúvida sobre o meu atendimento? Caso positivo, escreve nos comentários.

Se cuide!

Como eu já havia citado anteriormente, o canal vaginal contém microrganismos próprios da região, a exemplo do que acontece em outras partes do corpo como pele, intestino, etc.

A vaginose bacteriana é uma infecção causada pelo aumento de bactérias normalmente ali localizadas, principalmente pela Gardnerella vaginalis, e por isso não pode ser considerada uma infecção sexualmente transmissível (IST).

Em muitos casos podem não apresentar sinais ou sintomas aparentes. Mas, quando eles aparecem, o mais comum é um corrimento esbranquiçado, que pode ficar amarelado na roupa, muitas vezes acompanhado de um odor mais ativo.

Porém, você pode tomar alguns cuidados para evitar episódios muito frequentes desta doença:

👉🏻 Procure usar calcinhas totalmente de algodão, não apenas forradas com esse tecido. Depois de um tempo, elas também retêm umidade, a exemplo do que acontece com as de material sintético.

👉🏻 Não faça duchas vaginais. Elas podem desequilibrar a quantidade das bactérias locais, além de a possibilidade de levar outras.

👉🏻 Após praia, piscina ou academia de ginástica, troque a roupa por uma seca, o mais rápido possível. A umidade favorece o crescimento dos microrganismos vaginais.

👉🏻 Ainda por conta da umidade, evite roupas apertadas ou de tecidos grossos que possam abafar a região, principalmente nos dias de maior calor.

👉🏻 Utilize somente sabonetes neutros para a higiene íntima. A química contida nos sabonetes perfumados também pode produzir irritações.

O diagnóstico pode ser feito em um exame ginecológico simples e confirmado no material enviado para o laboratório.

O tratamento é simples, sendo realizado por via oral, ou vaginal, e não precisa tratar o parceiro, já que não se trata de uma IST. Mas, é importante saber que, no tratamento por via oral, não se pode ingerir bebida alcoólica, já que esta combinação pode causar fortes reações no organismo.

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Tratamento não hormonal

Muito tem se falado sobre os fitoterápicos, como uma alternativa não hormonal para tratar de algumas doenças no climatério.

Alguns trabalhos têm demonstrado benefícios que essas terapias podem trazer para o organismo, como efeito antioxidante, proteção do sistema nervoso e do sistema cardiovascular, e até melhora, em alguns aspectos, do sistema imunológico.

Mas, as coisas não são tão simples assim.

Para que estas substâncias alcancem seus objetivos, é importante que sejam bem toleradas pelo organismo e que nossa digestão tenha a capacidade de extrair os princípios ativos que elas possuem.

Apenas como exemplo, um dos tipos de isoflavona só consegue produzir efeito em 25% a 30% dos ocidentais e em metade dos asiáticos.

Portanto, a diversidade de apresentações, e até de concentrações desses produtos, trazem dificuldades para se ter o efeito desejado.

Por isso que a terapia de reposição hormonal (TRH) continua como primeira escolha para tratamento de problemas do climatério, embora a fitoterapia se apresente como alternativa quando houver alguma contra indicação para a primeira.