A história do Outubro Rosa

Em 1982, nos Estados Unidos, Nancy G. Brinker fundou a organização Susan G. Komen, em homenagem a sua irmã, falecida dois anos antes, de câncer de mama.

Em outubro de 1986, aconteceu o primeiro Mês de Conscientização do Câncer de Mama, que se tornou um evento anual, até os dias de hoje nos meses de outubro.

Mas foi em 1991 que Komen distribuiu, para cada participante da corrida “NYC Race for the Cure”, uma fita rosa, que se tornaria o símbolo internacional de combate ao câncer de mama.

Ao contrário do que muitos pensam, a cor rosa foi escolhida, não pela associação com o feminino, mas por ser a coloração da saúde.

Sendo assim, fica aqui minha homenagem a Nancy, que transformou US$ 200,00 e uma caixa de sapatos cheia de nomes de doadores em potencial, na organização que se tornou a maior fonte de financiamento sem fins lucrativos do mundo para a luta contra o câncer de mama.

Até o momento, a organização investiu mais de US$ 3,3 bilhões em pesquisas inovadoras, alcance de saúde comunitária, advocacia e programas em mais de 60 países.

Tudo isso, fruto do amor e da promessa entre duas irmãs, que já reduziu em 40% as mortes por câncer de mama.

A melhor defesa contra o câncer é você

Muitas mulheres têm medo da reposição hormonal causar câncer.

Na verdade, este sentimento se baseia, principalmente, em pesquisas antigas e desatualizadas.

Atualmente, com a evolução dos medicamentos nas últimas décadas, este tratamento está bem mais seguro e os hormônios deixaram de ser os grandes vilões.

Além disso, estudos realizados pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) revelaram que 80 a 90% dos casos de câncer estão relacionados a causas externas, como por exemplo a poluição, alimentos ultraprocessados, sedentarismo, tabagismo, consumo excessivo de álcool, etc.

Portanto, vamos aproveitar o final de semana para refletir sobre nossos hábitos e qualidade de vida.👍🏻

Vamos malhar !

Não é só braço, coxa e glúteos que precisam ser trabalhados.

Existem três camadas musculares na região do períneo que formam o chamado assoalho pélvico.

Trabalhar este conjunto de músculos traz muitas vantagens que, em geral, são esquecidas.

Após a menopausa há uma perda de musculatura e uma maior “frouxidão” dos ligamentos desta região, o que pode causar a descida da bexiga e incontinência urinária.

Manter uma rotina de exercícios para esta musculatura, além de ajudar a prevenir estes problemas, melhora a qualidade do sexo e, consequentemente, do orgasmo.

Portanto, vamos malhar!

Sextou !!

Em busca pelo novo, algumas mulheres têm recorrido ao perfume íntimo, citado ultimamente por algumas celebridades.

Importante entender os riscos desses perfumes e lenços umedecidos com fragrâncias.

Existem vários fungos e bactérias normais no canal vaginal, que devem ser preservados, pois, quando em equilíbrio, agem como uma barreira natural de proteção da mulher.

O uso frequente dessas substâncias pode causar alergia, ou alterar a acidez vaginal e abrir caminho para o crescimento exagerado desses microrganismos, provocando uma infecção.

É importante ter consciência que a vulva e a vagina têm seu cheiro natural e que não é para incomodar. Afinal, este é o cheiro da mulher! Por que é preciso ser disfarçado?

Além disso, a utilização desses perfumes também pode mascarar o odor de uma infecção, o que adia seu tratamento.

O certo é utilizar na higiene íntima sabonete neutro, preferencialmente de glicerina.

O ideal é usar calcinhas só de algodão, evitar o protetor diário e duchas vaginais, além de dormir sem calcinha.

Outra boa medida, para as mulheres que suam muito, é encurtar os pelos pubianos (não necessariamente retirá-los) e fazer uso de talco antisséptico, o que diminui a transpiração e a consequente proliferação de bactérias com odor mais ativo.

Mas cuidado! O produto é para ser passado na virilha e no monte pubiano, não dentro dos lábios vaginais.

Então, mais do que usar perfumes íntimos, a mulher tem que ter cuidado e boa higiene na região.

Vale isso ?

Hoje fui procurado por uma mãe que trouxe sua filha, de 13 anos, para saber se a menina ainda era virgem.

Expliquei a ela que relação sexual nesta idade, mesmo consentida, é crime e, portanto, se trata de um exame de corpo de delito, que só pode ser realizado por perito oficial.

Mas, o que é mais importante? A virgindade ou apoio e orientação?

É muito mais seguro ensinar a nadar do que cercar a piscina!

Mais importante do que saber se houve ou não relação sexual, é orientá-la sobre os riscos e medidas protetivas, principalmente, sobre infecções sexualmente transmissíveis e gestações não esperadas, além do impacto que isso teria na vida dela.

E você?

O que acha?

Boas novas!

Nem tudo é tão ruim quanto parece.

Leia até o final e verá que tenho boas notícias.

Principalmente após os 45 anos, a menopausa começa a “assombrar” os pensamentos com aquela sensação de que nada pode ser feito.

Para aumentar o desespero, ainda podem aparecer os famosos calorões (fogachos), insônia, queda de cabelo, ressecamento da pele/mucosas, enfraquecimento das unhas e, até, instabilidade emocional.

Calma! Vamos parar de acreditar naquela conversa de que as coisas são assim mesmo e olhar a “página 2”.

A primeira boa nova é que você não está sozinha e, mesmo difícil de acreditar, a menopausa pode ser um marco para iniciar uma fase de muitas descobertas e aprendizados.

Se por um lado chegou ao final a vida reprodutiva é hora de torná-la ainda mais … produtiva.

Com uma dose extra de maturidade e maior disponibilidade, abre o espaço para você realizar coisas que não teve tempo no passado.

Iniciar um curso, fazer a viagem dos sonhos ou, simplesmente, dedicar períodos contemplativos para interiorizar seus pensamentos e se conhecer melhor.

Mas, e todos aqueles desconfortos que eu citei?

Bem, esta é a segunda boa nova.

Existem vários tratamentos seguros e modernos, que podem resolver a maior parte deles.

Este post fez sentido para você?

Salve, encaminhe para quem você acha que possa gostar, ou comente aqui, que eu quero saber. 😃

Viva bem com a menopausa

A menopausa marca o final do período reprodutivo, mas não significa que não possa ter uma vida produtiva, plena e feliz.

Nesta fase, o autoconhecimento e a experiência adquirida ao longo da vida são ferramentas importantes, para tirar dela o máximo de proveito.

Algumas mulheres têm seu relacionamento amoroso e estabilidade, tanto econômica quanto profissional.

Outras têm a sabedoria para reduzir as expectativas e frustrações, dispõem de mais tempo para novas realizações, conquistas ou mesmo viagens de seus sonhos.

O importante é saber que as mulheres com mais de 50 anos, atualmente, estão muito mais saudáveis e ativas.

Reposição hormonal até quando?

Não há tempo limite para interromper a terapia de reposição hormonal.

A cada consulta ginecológica deve ser avaliado se continua, modifica ou para com o tratamento.

Na verdade, o que existe é a chamada “janela de oportunidade” para começar a terapia.

Ela deve começar antes dos 60 anos ou, no máximo, 10 anos após a menopausa.