Finalmente chegou !!

Em falta, desde outubro, em quase todo o Brasil, o governo federal começou a distribuir 1,7 milhão de doses da vacina pentavalente, para vários estados. Esta vacina é importada e, em julho de 2019, os lotes recebidos para teste no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) e na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) foram reprovados nos testes de qualidade.

Apesar do Ministério da Saúde ter solicitado reposição do fornecimento à Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), não havia disponibilidade imediata. Devido a estes fatos, acrescido da nossa necessidade mensal de 800 mil doses, os estoques se esgotaram em praticamente todo o país no mês de outubro.

Com a chegada dos novos lotes, já devidamente aprovados, a distribuição foi reiniciada e deve ser normalizada até o mês de março.

Esta é uma vacina para proteção contra tétano, coqueluche, hepatite b, difteria e contra a bactéria haemophilus influenzae tipo B, responsável por problemas respiratórios ou, até meningite.

Ela deve ser aplicada nas crianças com 2, 4 e 6 meses de idade. O reforço, em crianças com mais de um ano, é realizado pela vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DTPa).

O Ministério da Saúde tem estudado estratégias para produção nacional da vacina pentavalente. Ficaremos na torcida para que se conclua este projeto.

Criatividade e eficácia

Tilápia do Nilo

O Hospital Municipal Souza Aguiar é a primeira unidade de saúde do Estado do Rio de Janeiro a realizar tratamento de queimados com pele de tilápia.

Esta técnica inovadora vem sendo aplicada há alguns anos, em caráter experimental, pelo Instituto de Apoio ao Queimado (IAQ), em Fortaleza, Ceará. Os resultados têm se mostrado muito promissores. Além de seu baixo custo, este curativo biológico se mantém eficaz por vários dias, o que evita a sempre dolorosa troca diária do curativo tradicional em queimaduras.

Em outros países também são utilizadas peles de animais, principalmente do porco, para este tipo de tratamento. Porém, além da grande facilidade e velocidade de reprodução da tilápia, elas têm uma menor possibilidade de transmitir doenças do que os animais terrestres.

Mais um ponto para a criatividade, competência e criatividade de nossos cientistas!