Reality Show da Política

Em épocas de confinamento, devido a epidemia do coronavírus, temos permanecido isolados em casa e espectadores assíduos de noticiários e filmes. Já, na última semana, tivemos a opção de um reality show.

No dia 27/03/2020, a juíza Frana Elizabeth Mendes, da 26ª Vara Federal do Rio de Janeiro, concedeu uma liminar que obrigava os Poderes Executivo e Legislativo a deliberarem sobre a liberação do Fundo Eleitoral para o combate ao coronavírus. A comemorada decisão tinha um prazo de 96 horas para concretizar este grande anseio da população, apesar de estranhar a tranquila aceitação, resiliência e eventuais “apoios” de conhecidos parlamentares. Teriam eles conhecimento do enredo que viria a seguir?

No último dia do prazo, 31/03/2020, o Desembargador Reis Friede do Tribunal Regional Federal 2ª Região (TRF2) suspendeu a liminar, após recurso da Advocacia-Geral da União, com a alegação que iria ferir o princípio constitucional da separação dos Poderes.

Sendo assim, quem segue ferido é o povo brasileiro.

Fundo eleitoral

Os recursos públicos destinados as campanhas eleitorais terão, em 2020, aumento de R$ 300.000.000,00. Apenas cinco, dos 33 partidos políticos legalizados no país, foram contra este aumento, incluindo o NOVO. No total, R$ 2 bilhões de reais sairão dos cofres públicos.

Uma vergonha!!!!!


Este recurso sai dos impostos que nós pagamos. O Fundo Eleitoral e o Fundo Partidário têm que acabar. Não é correto termos que financiar partidos políticos que, na maioria, nem concordamos com suas ideias.

Corretíssimo o Guga!!

A matéria é do ano passado e, felizmente, a MP 481 não vingou. Porém, o Fundo Eleitoral e o Fundo Partidário ainda estão aí, retirando bilhões dos impostos que pagamos, para financiar partidos políticos, quer concordemos ou não.

Quem quiser se candidatar a um mandato, que financie a própria campanha.
Infelizmente, apenas o Partido NOVO tem esta postura.

Veja a matéria aqui