Amadurecimento e responsabilidade

Amadurecer requer responsabilidade, concorda?

Essa responsabilidade envolve aceitar o que não podemos controlar e ter coragem para agir diante aquilo que temos o controle de mudar.

Além disso, a responsabilidade está em assumir que a nossa felicidade e infelicidade dependem unicamente de nós mesmos.

Aceitar esse processo é o mais importante.

Isso faz sentido para você?

Cultura de segurança: uma meta a ser alcançada

A cultura da segurança é de extrema importância em um ambiente de trabalho e, dessa forma, deve ser considerada por todos.

O código básico de conduta, para os profissionais de saúde, traz prioridades nos atendimentos para os pacientes. Dentre elas, entendo como primeira a cultura de segurança na assistência “enraizada” no corpo de colaboradores. Ela precisa ser considerada na atitude e maneira de pensar de todos os profissionais envolvidos, sendo que a organização tem a missão de oferecer as condições necessárias para sua implantação.

É fundamental elaborar e executar um sistema que faça o melhor uso dos esforços de todos, porém com base na premissa de que as pessoas podem cometer erros.

Para tal, todos precisam ter o entendimento da mitigação de riscos como prioridade, bem como estarem sempre dispostos a aprender e melhorar seus conhecimentos nas habilidades de segurança.

O trabalho das equipes na criação de um sistema de prevenção de acidentes é essencial, bem como a demonstração de liderança dos gestores, a constituição de comitês gestores de risco e o aprimoramento na educação e treinamento.

Mesmo que utópica, a verificação do fluxo de trabalho deve ter como meta a construção de um mecanismo “à prova de falhas” para evitar que erros individuais levem a acidentes graves.

Ao adotarmos essas medidas, teremos mais segurança para pacientes e funcionários, com um impacto extremamente positivo na ambiência.

Metodologia é a base

Tudo deve começar com um bom planejamento.

É fundamental dispensar todo o tempo necessário para a criação dos processos de trabalho, onde ferramentas como análise SWOT, 5W2H, entre outros, são de grande valia nessa construção.

Porém, mesmo após os projetos estarem estruturados, há necessidade de serem constantemente acompanhados de forma metódica, por exemplo, com ciclos do tipo DMAIC ou mesmo PDCA.

Todo esse trabalho inicial é recompensado com ganho, em escala, da eficiência e eficácia.

Solitário?

É certo que o diretor aponta para as diretrizes a serem adotadas, porém, há de se cuidar para não cair na cilada da autocracia.

Além disso, o comportamento monocrático pode caminhar para o maniqueísmo e prejudicar a percepção das nuances do talvez.

Assumir esse comportamento significa estar em dessintonia com os modelos modernos de gestão, onde é fundamental o trabalho em equipe.

Muitos imprevistos?

Um indicador de fragilidade na estruturação dos processos é o número de soluções sobre demanda.

Ainda na fase de planejamento, um bom tempo precisa ser dispensado na antecipação de situações frequentes, bem como as ações que devem ser tomadas quando elas ocorrem.

É fundamental o conhecimento da ambiência, das características de sua equipe e como ela se insere na operacionalização do sistema de trabalho.

Um “brain storm” com depuração e categorização das ideias, seguido de redução de variáveis, tem a capacidade de diminuir os imprevistos.

Equipe homogênea ou heterogênea?

Sem dúvida, heterogênea.

A heterogeneidade não significa inevitáveis conflitos.

Unir diferentes gerações, em geral, traz benefícios para o resultado final, onde a experiência e a proatividade ganham mais espaço.

Ter uma equipe interdisciplinar, com profissionais de diferentes expertises, mas que agem de forma complementar e sinérgica, aumenta sua eficiência e eficácia.

Já um grupo só formado por pessoas de perfis semelhantes, mesmo muito qualificado, pode ter uma forte atuação pontual, enquanto as fragilidades enfrentam maiores dificuldades.