Não bastasse a má gestão municipal que temos assistido, agora vemos as OSs, mais uma vez, tentar precarizar a atividade médica, através de práticas predatórias e desrespeitosas. A imposição que essas empresas estão colocando para os médicos se tornarem pessoa jurídica, trata-se de um ato ilícito que deve ser, veementemente, repudiado pela categoria que, por sua vez, precisa do apoio irrestrito do CREMERJ e do sindicato.
OSs como INSTITUTO GNOSIS, CEP 28 e VIVA RIO já foram alvo de objeções apontadas pelo Tribunal de Contas do Município em auditorias realizadas. Se o controle da Prefeitura é falho, cabe à Câmara dos Vereadores, responsável pela aprovação do orçamento destinado a essas empresas, fiscalizar e apontar as transgressões.
Não digo que todas as OSs são fraudulentas. Existem empresas sérias e que desenvolvem um bom trabalho. Mas, o Poder Municipal precisa “separar o joio do trigo” e não manter os contratos das OSs que têm estas condutas aviltantes ou, até mesmo, ilícitas.
Hoje foi veiculada na mídia a situação precária do Hospital Albert Schweitzer, bem como de vários serviços de pronto atendimento. Foi ressaltada a greve de médicos e funcionários destes serviços que, diga-se de passagem, estão sem receber seus salários há meses. Senti falta na matéria de uma buscar maior de informações que levem ao real motivo dessa situação.
Não é só a falta de capital humano, mas também toda a estrutura se ressente da carência de materiais e medicamentos. Não vi nenhuma argumentação consistente para explicar a alegada falta de recursos.
No início deste ano, já tinha sido divulgado o superfaturamento de contas pela OSS Cruz Vermelha, empresa essa que a própria mídia apontou que era investigada por desvio de dinheiro da Saúde em várias cidades do país. Aí, eu me pergunto. Quem colocou uma empresa que estava sendo investigada por fraude, na gestão de um hospital tão importante na rede municipal? Se as contas foram superfaturadas, pressuponho que tenham sido pagas. Se havia dinheiro para pagamento destas mesmas contas superfaturadas, como pode faltar para pagamento de salário dos funcionários? E, por fim, onde estão nossos vereadores que têm, dentro de suas atribuições, o poder de fiscalização e cobrança?
Nossa Saúde está doente e os “médicos” que podem resolver isso, estes sim, estão faltando…
Ontem (03/12/2019), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a regulamentação de produtos à base de cannabis, para uso medicinal.
Esta é uma luta antiga para a liberação deste produto que já é utilizado largamente em outros países, por exemplo, para o controle de crises convulsivas.
A decisão melhora o acesso de pacientes que necessitam esse tratamento, uma vez que empresas nacionais passarão a fabricar produtos à base de canabinoides e sua venda será liberada para as farmácias, evidentemente, com rígido controle.
Infelizmente, o cultivo da maconha não foi liberado para esses laboratórios. Eles terão que importar o substrato da cannabis, matéria-prima semielaborada, e, com isso, dificulta uma redução ainda maior no custo do tratamento.
A matéria é do ano passado e, felizmente, a MP 481 não vingou. Porém, o Fundo Eleitoral e o Fundo Partidário ainda estão aí, retirando bilhões dos impostos que pagamos, para financiar partidos políticos, quer concordemos ou não.
Quem quiser se candidatar a um mandato, que financie a própria campanha. Infelizmente, apenas o Partido NOVO tem esta postura.
Habitada por 116 mil pessoas, Pedro Juan Caballero tem nove faculdades de Medicina, nas quais estudam pelo menos 12 mil brasileiros. O número é superior, por exemplo, ao de vagas ofertadas por ano por todas as universidades públicas do Brasil (10,6 mil). Estariam eles contando com o Revalida light?
Quero deixar registrado meus agradecimentos pelo gentil convite para participar do 6⁰ Encontro de Enfermagem Ginecológica do Rio de Janeiro. Este evento, encerrado ontem na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), ofereceu um ciclo de palestras que reuniu profissionais do mais alto gabarito.
Entendo como fundamental a participação de várias categorias de profissionais da Saúde agindo de forma sinérgica na busca de soluções para uma melhor assistência. A promoção da Saúde deixa de ser uma atividade multidisciplinar para se tornar interdisciplinar, onde as atuações desses diferentes profissionais se complementam e, consequentemente, aumentam a eficiência e a eficácia.
8:10 – Uma feminista passou e me perguntou por que eu não fiz uma mulher de neve.
8:15 – Então, fiz uma mulher de neve.
8:17 – Minha vizinha feminista reclamou do peito volumoso da mulher de neve dizendo que ela tinha sido feita com olhar masculino e que não refletia todas as mulheres do mundo que não querem que valorizem seus peitos.
8:20 – O casal gay que morava nas proximidades deu xilique dizendo que deveria ter feito dois homens de neve.
8:22 – O homem trans … mulher … perguntou por que eu não fiz apenas uma pessoa de neve com partes destacáveis.
8:25 – Os veganos no final da pista reclamavam do nariz de cenoura, alegando que vegetais são comida e não decoração de bonecos de neve.
8:28 – Fui chamado de racista porque o casal de neve é branco.
8:31 – O muçulmano do outro lado da rua exigia que a mulher de neve fosse coberta.
8:40 – A polícia chegou dizendo que alguém havia sido ofendido.
8:42 – A vizinha feminista reclamou novamente que a vassoura da mulher da neve precisava ser removida porque representava as mulheres em um papel doméstico.
8:43 – O oficial de justiça chegou e me ameaçou com despejo.
8:45 – A equipe de reportagem da BBC apareceu. Me perguntou se eu sabia a diferença entre homens de neve e mulheres de neve? Eu respondi “bolas de neve” e agora sou chamado de sexista.
9:00 – Eu estava no noticiário como suspeito de terrorismo, racismo, homofobia, sexismo, machismo, xenofobia, transfobia.
9:10 – Me perguntaram se tenho algum cúmplice. Meus filhos foram levados pelos serviço social.
9:29 – Manifestantes de extrema esquerda, ofendidos por tudo, marcharam pela rua exigindo que eu fosse preso.
Ao meio-dia tudo derretia
Moral:
Não há moral para essa história. Isso é o que nos tornamos nesse país dessa imbecilidade do politicamente correto onde daqui a pouco, respirar poderá ofender alguém.
Ontem tivemos
manifestações, em várias cidades do país, contra o STF e para pedir o
impeachment de Gilmar Mendes. Sem entrar no mérito deste merecido clamor
popular, gostaria de enfocar outro aspecto.
Ultimamente, temos
assistido decisões da nossa mais alta corte baseadas em caráter claramente
político, ao invés de assumirem um papel estritamente técnico de defesa de
nossa carta magna. Além disso, ouvimos vários questionamentos em relação à
idoneidade, imparcialidade e “notório saber jurídico” por parte de
nossos ministros, sendo esses valores pré-requisitos aos cargos que ocupam.
A Constituição
Federal traz em seu art. 2⁰ “São Poderes da União, independentes e
harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”.
Contudo, como esperar toda essa isenção e independência por parte do Judiciário, uma vez que é indicado pelo Executivo e sabatinado pelo Legislativo? Me parece mais lógico que seus membros fossem eleitos pelos seus próprios pares eu cumprissem um mandato. Por exemplo, na França o mandato de 10 anos confere uma constante renovação de sua corte.
Porém, enquanto a
regra do jogo for esta que temos, cabe ao povo fiscalizar e, ao perceber
irregularidades, pressionar o governo para que cumpra seu papel.
Segundo o último
censo do IBGE, o Brasil tem pouco mais de 5.500 municípios.
Dentre eles, cerca
de 22% não ultrapassa a marca de 5000 habitantes. Destes últimos, mais da
metade não consegue arrecadar 10% da sua receita, ou seja, 90%, ou mais,
depende dos repasses federais e estaduais.
Vale lembrar que cada município precisa ter um prefeito, vice-prefeito, secretários municipais, inúmeros funcionários administrativos, vereadores, vários assessores parlamentares, diversos funcionários do legislativo, etc.
Com todo este custo, estes pequenos municípios são deficitários e verdadeiros ralos por onde escoa dinheiro público proveniente do tesouro.
No meu entendimento,
a proposta da reforma administrativa entregue no Congresso, para fusão de
pequenos municípios, traz uma boa solução para que, com a diminuição da máquina
pública, haja uma redução de gastos desnecessários.
Em alguns momentos de nossa vida, nos deparamos com a necessidade de fazer uso de medicamentos. Nestas situações, podem surgir dúvidas sobre como fazer o tratamento. Vale lembrar que qualquer desvio na sua forma correta de utilização pode ter uma alteração no resultado esperado.
Um dos
questionamentos mais comuns é se o comprimido deve ser ingerido com água ou
leite. A princípio, o melhor seria com o velho copo d’água. O leite interfere
na absorção e altera seu resultado.
Algumas pessoas, por
comodidade, costumam engolir os comprimidos a seco. Esta prática incorre,
basicamente, em dois riscos. No primeiro, o comprimido pode grudar no esôfago e
provocar uma irritação na sua parede. No segundo, mesmo que o comprimido chegue
até o estômago, pode começar a ser absorvido no esôfago, com a acidez diferente
do estômago, o que geralmente altera a sua ação.
Quando você toma dois ou mais remédios ao mesmo tempo, corre o risco de eles competirem entre si e não terem o efeito desejado. Por exemplo, alguns medicamentos são melhor absorvidos em um ambiente ácido. Quando ingeridos juntos a um antiácido, eles terão seu efeito prejudicado. Outro exemplo seria dos anticoncepcionais, que têm sua eficácia reduzida quando associados a alguns antibióticos. Por outro lado, existem situações especiais nas quais alguns medicamentos surtem melhor efeito quando ingeridos juntos, como o sulfato ferroso na presença de vitamina C. Sendo assim, é importante perguntar a quem prescreveu, não só os intervalos entre as tomadas, mas também os horários que devem ser respeitados.
Para algumas
medicações, é preciso que sejam tomadas com o estômago vazio. Para outras, isso
irritaria muito estômago, logo, o ideal seria após se alimentar. Também é
importante perguntar ao seu médico o que seria melhor no seu caso.
Em relação ao uso de
bebidas alcoólicas junto com medicação, é uma prática que deve ser evitada. Em
algumas situações, essa mistura pode cortar o efeito do remédio. Em outras,
como no caso de calmantes, o álcool pode potencializar sua ação, com risco de diminuir
a atividade dos sistemas nervoso central, respiratório e cardiovascular.
Tão importante quanto a forma de tomar os remédios são os cuidados que devem ter com eles. Procure mantê-los na sua embalagem original, planejada para seu correto acondicionamento, ou em caixinhas separadoras, igualmente idealizadas para esta finalidade. Alguns precisam ser guardados em geladeira por apresentarem uma instabilidade química, quando fora de um ambiente frio. Não respeitar esta indicação pode diminuir o efeito da droga.
Algumas pessoas têm
dificuldades para engolir comprimidos e acabam utilizando alguns artifícios que
se mostram inadequados. Macerar os comprimidos, ou cortá-los no meio para se
tornarem menores e mais fáceis de engolir, não deve ser feito, exceto quando eles
forem sulcados ou se orientado pelo médico. Já as cápsulas foram feitas para
retardar a absorção do fármaco. Não se deve abri-las para dissolver o
“pozinho” na água, pois interfere diretamente na absorção do remédio.
Bom, como visto,
cuidado com seu tratamento para ele poder cuidar de você!
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