Em levantamento realizado pelo Conselho Federal de Medicina, o Rio de Janeiro é o estado que mais perdeu leitos hospitalares em todo o país.
Apesar do crescimento da população, foram desativados 11.055 leitos desde 2011.
Mesmo com os leitos extras por conta da pandemia, continua uma redução de 9.314 e a cidade do Rio de Janeiro foi a que mais perdeu, com 4.450 leitos a menos nos últimos 9 anos.
Com a desativação desses hospitais de lona, a tendência é que a situação piore ainda mais.
Enquanto isso, a população continua aguardando na fila do Sistema de Regulação (SISREG) para conseguir uma internação.
Está clara a necessidade de uma gestão competente, com ações sinérgicas entre o governo estadual e o municipal, para atender as demandas urgentes da Saúde do Rio de Janeiro.
A Câmara dos Vereadores também precisa assumir o seu papel legislativo para a criação de projetos de leis que atendam às políticas públicas de saúde, de forma eficiente e eficaz, além da sua importante atribuição de fiscalização do poder executivo.
Enquanto os políticos colocarem seus projetos pessoais acima do interesse público, e atuarem com base na troca de favores, a Saúde do Rio de Janeiro não deixará esta situação de precariedade.
por Marco Antônio Menezes – Técnico em Segurança do Trabalho
FRASE DA SEMANA:
“Não importa o quanto essa nossa vida nos obriga a ser sérios… Todos nós procuramos alguém para sonhar… brincar… amar… e tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender.” (Miguel Falabella)
NITRATO DE AMÔNIO
No artigo de hoje você vai aprender um pouco mais sobre essa substância.
Como você já deve saber, na terça-feira (04/08), uma explosão de proporções gigantescas aconteceu em Beirute (Líbano). Inicialmente, achava-se que fogos de artifícios teriam sido responsáveis pela explosão, mas logo foi notado, pela proporção e pela coloração da fumaça (vermelha, laranja), que se tratava de um composto armazenado no porto, o Nitrato de Amônio.
O nitrato de amônio é um composto químico de fórmula molecular NH4NO3. A explosão no porto de Beiruteaconteceu no dia 4 de agosto de 2020, em um depósito que armazenava nitrato de amônio. O ministro da Saúde falou de “muitos feridos e danos extensos”. Testemunhas oculares disseram à televisão LBC que “pelo menos dezenas foram feridas e os hospitais estavam cheios de pessoas feridas”, a explosão sacudiu o centro de Beirute e lançou uma nuvem de poeira no ar. Testemunhas disseram que casas a 10 quilômetros de distância foram danificadas pela explosão. Após a explosão, uma grande nuvem de fumaça negra tomou conta da área do porto, um jornal libanês, teve sua sede destruída com partes do telhado caídas, janelas estouradas e móveis danificados.
No Brasil, acidentes com o nitrato de amônio já provocaram sustos. É de uma indústria química no polo petroquímico de Cubatão, na Baixada Santista, que é fabricado todo o nitrato de amônio produzido no Brasil. A fabricante nacional produz 500 mil toneladas por ano. Mas a maior parte do composto químico usado no país ainda é importado, de países como a Rússia e os Emirados Árabes. Ele serve de base para a produção de fertilizante para a agricultura: é fonte de nitrogênio, essencial para o crescimento das plantas.
“O nitrato de amônia é muito importante para a agricultura. O Brasil é um país que depende muito disso. Ele é comum, é antigo, é o mais estável, é muito melhor que outros produtos para agricultura.
No Brasil, o nitrato de amônio faz parte da lista de produtos controlados pelo exército que autoriza a importação, controla e fiscaliza a produção, transporte, venda e o uso do produto.
Características
É um sal inorgânico que, quando puro, é encontrado na cor branca e quando impuro nas colorações: cinza claro ou marrom, se estiver na forma de um cristal relativamente grande, aparenta-se com o sal grosso (NaCl). É inodoro, e, em solução aquosa, precipita-se misturando-se lentamente com a água, sua dissolução é bastante endotérmica.
Uma de suas particularidades agronômicas é que detém ao mesmo tempo duas formas de fornecimento de nitrogênio ao solo, a nítrica (NO3), e a amoniacal (NH4). Como a forma amoniacal tem carga elétrica positiva (+), pode se ligar aos colóides do solo, principalmente nas argilas, pois as mesmas têm cargas elétricas negativas. O mesmo não ocorre com a forma nítrica que tem carga elétrica negativa (-), não sendo portanto absorvida pelas argilas, podendo sofrer o processo de perda chamado lixiviação ou percolação, que é transporte às camadas mais profundas dos solos, escapando assim da ação absorvedora das raízes das plantas.
Riscos
Perigos mais iminentes: Por ser oxidante, pode interagir com outros produtos. Quando contaminado com produtos orgânicos ou materiais oxidantes, aquecido, confinado, e ainda sob ação de agentes iniciadores, pode detonar. Risco de ignição ou detonação ao expor-se o produto ao calor e a materiais incompatíveis.
Perigos físicos e químicos: O nitrato de amônio é um forte oxidante. A contaminação pode promover a sua decomposição, tornando-o imprevisível e perigoso. Os contaminantes incluem matéria orgânica, cloretos, fluoretos e também alguns metais (exemplos: cobre, bronze, cromo, zinco e outros).
Efeitos do produto em animais: A inalação pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, dor de garganta e dificuldade respiratória. O contato com o produto pode causar irritação na pele e nos olhos.
Exposto a altas temperaturas, devido à decomposição, pode liberar amônia e gases nitrosos tóxicos (NOx), capazes de provocar problemas respiratórios agudos.
Efeitos ambientais: É muito hidrossolúvel, podendo contaminar cursos d’água, tornando-os impróprios para uso em qualquer finalidade. O produto da combustão do nitrato de amônia é o óxido nitroso.
Efeitos na saúde humana: O nitrato de amônio causa irritações nos olhos, na pele e no trato respiratório. A substância pode afetar o sangue, devido ao íon nitrato, causando uma doença chamada metaemoglobinemia, ou doença do bebê azul. Seus principais efeitos na saúde humana e dos ecossistemas são decorrentes dos compostos secundários que podem ser formados.
por Marco Antônio Menezes – Técnico em Segurança do Trabalho
FRASE DA SEMANA:
“As grandes coisas não são feitas por impulso, mas através de uma série de pequenas coisas acumuladas.” (Vincent Van Gogh)
HOJE VAMOS FALAR DE: ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS
Você trabalha na Construção Civil ou em Área Rural?
Então preste atenção a este pequeno artigo sobre Acidentes com Animais Peçonhentos.
Vocês devem ter visto que na semana passada, um rapaz foi picado por uma cobra Naja e ficou em estado grave. Pedro Henrique Lehmkul foi picado pela naja na última terça-feira (7) e foi internado logo após o episódio em um hospital privado na região administrativa do Gama, a 30 quilômetros do centro de Brasília.
Acidentes por animais peçonhentos representam um sério problema de saúde pública nos países tropicais.
Dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (SINITOX) mostram que animais peçonhentos são o segundo maior agente de intoxicação humana no Brasil, sendo suplantado apenas por medicamentos.
O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), vinculado ao Ministério da Saúde, vem a cada ano registrando um aumento nos números de notificações para animais peçonhentos.
Em 2010 foram notificados cerca de 124.000 acidentes por animais peçonhentos. Em 2014 esse número se ampliou para mais de 170.000 acidentes, sendo os mais frequentes os causados por escorpiões (cerca de 88.000 acidentes), seguidos por serpentes e aranhas (cerca de 27.000 acidentes cada) e por abelhas (cerca de 14.000 acidentes).
Em todo o Brasil, o número de acidentes por animais peçonhentos vem crescendo, inclusive nas grandes capitais, em virtude principalmente de desequilíbrio ecológico ocasionado por desmatamento e alterações climáticas ocorridas ao longo de vários anos. Esses fatores, aliados ao crescimento urbano desordenado, geram a sobreposição de uso do espaço pelo homem e por esses animais, que acabam buscando abrigo e alimento nas cidades.
A ocupação das áreas extradomiciliares pelos animais peçonhentos nas grandes cidades vem alteração o perfil desses acidentes, que antes eram quase que exclusivamente rurais.
Atualmente, algumas grandes metrópoles, como Rio de Janeiro e São Paulo, já apresentam índices de notificações de acidentes superiores as regiões menos urbanizadas, principalmente no que se refere aos acidentes por serpentes, podendo-se aplicar o termo “urbanização do ofidíssimo” no nosso país. Em pleno séc. XXI ainda temos muitos problemas a resolver neste campo. Dentre eles, podemos citar a ausência de um retrato nacional confiável sobre os acidentes por animais peçonhentos, em função de vários motivos:
Grande número de subnotificações.
Escassez de programas de treinamentos constantes para profissionais de saúde, visto que raras universidades no país possuem disciplinas dedicadas exclusivamente ao tema.
Pouca conscientização da importância do preenchimento correto das Fichas de Notificação por parte das equipes de saúde.
Não disponibilização total das variáveis clínicas e epidemiológicas pelos sistemas de informação nacionais.
Não implementação de programas de apoio aos acidentados que sofreram sequelas.
Falta de programas preventivos e educativos que deveriam ocorrer em nível comunitário, com o desenvolvimento de material didático adequado a cada faixa etária e com a participação ativa das organizações locais.
Somente com a integração de órgãos governamentais, pesquisadores, profissionais de saúde, professores e gestores de saúde pública, conduzindo o problema dos acidentes por animais peçonhentos ao seu real lugar de relevância, poderemos minimizar os graves impactos que esses acidentes vêm causando na população, principalmente no que diz respeito aos trabalhadores.
O governo do RJ pretende desmontar todos hospitais de Campanha do estado até o dia 12 de agosto, embora exista uma decisão judicial que impede o fechamento dessas unidades.
A Secretaria de Saúde diz que precisa da avaliação da Procuradoria Geral do Estado para dar continuidade ao planejado. Para o Secretário de Saúde, nós temos uma curva descendente confiável. ?
Ao avaliar a situação dos hospitais de campanha desde sua concepção, refletimos sobre inúmeros erros cometidos pelo governo. Podemos começar questionando o porquê de hospitais de campanha, que gerou um contrato de 850 milhões para a construção de 7 hospitais provisórios, dos quais somente 2 foram construídos,, quando tínhamos outras opções menos onerosas e que ficariam como legado para o Estado. Como exemplo, podemos citar o prédio do hospital da Santa Casa, fechado desde 2015. Os hospitais de campanha construídos não chegaram a ter metade da sua capacidade ocupada, mesmo no pico da pandemia. Faltaram remédios, respiradores, profissionais de saúde, e outras tantas coisas. Muitos funcionários ficaram sem seus salários…
Agora me responda.
Qual foi o real legado disso tudo?
Porque não foi usado o dinheiro do Fundo Eleitoral e do Fundo Partidário na Saúde?
Onde foi parar toda essa verba gasta na pandemia, sem controle pelo estado de calamidade pública, que é dinheiro de impostos pagos por todos nós?
Witzel, governador do RJ, tem prazo para defesa de impeachment adiado pelo STF.
Às vésperas de apresentar sua defesa quanto ao pedido de impeachment, o Ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), determina a formação de uma nova comissão especial da ALERJ (Assembleia Legislativa do Estado do RJ), atendendo o pedido da defesa do governador.
Como já havia sido negada pelo TJ/RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), a ação foi então encaminhada ao Supremo, no último dia 22, onde argumentava que o andamento do processo continha “vícios” e que a formação da comissão “foi instituída sem votação” (ALERJ possui 25 membros e não 18). Sendo assim não se teria respeitado a devida proporcionalidade por partido nem, tampouco, exarou o necessário parecer inicial.
Com essa decisão do STF, fica interrompido o prazo vigente, onde o governador deveria apresentar sua defesa no dia 29 do corrente mês para a ALERJ.
Cabe lembrar que Wilson Witzel é investigado por ação suspeita na compra de respiradores para atender a demanda de pacientes de Covid-19, em plena pandemia causada pela doença.
Ou seja, por detalhes técnicos, ele ganhou mais tempo para respirar (desculpe o trocadilho…).
por Marco Antônio Menezes – Técnico em Segurança do Trabalho
FRASE DA SEMANA:
“Ame sem pressa, largue mão das expectativas e não deixe que os problemas te angustiem além da conta.” (Pedro Bial)
Hoje vamos falar de MAPA DE RISCO
QUE É?
Mapa de Risco é uma representação gráfica de um conjunto de fatores presentes nos locais de trabalho (sobre a planta baixa da empresa, podendo ser completo ou setorial), capazes de acarretar prejuízos à saúde dos trabalhadores: acidentes e doenças de trabalho. Tais fatores têm origem nos diversos elementos do processo de trabalho (materiais, equipamentos, instalações, suprimentos e espaços de trabalho) e a forma de organização do trabalho (arranjo físico, ritmo de trabalho, método de trabalho, postura de trabalho, jornada de trabalho, turnos de trabalho, treinamento, etc.)”.
PARA QUE SERVE?
Serve para a conscientização e informação dos trabalhadores através da fácil visualização dos riscos existentes na empresa.
Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho na empresa.
Possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação de informações entre os trabalhadores, bem como estimular sua participação nas atividades de prevenção.
COMO SÃO ELABORADOS OS MAPAS?
Conhecer o processo de trabalho no local analisado: os trabalhadores: número, sexo, idade, treinamentos profissionais e de segurança e saúde, jornada; os instrumentos e materiais de trabalho; as atividades exercidas; o ambiente.
Identificar os riscos existentes no local analisado, conforme a classificação específica dos riscos ambientais.
Identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia. Medidas de proteção coletiva; medidas de organização do trabalho; medidas de proteção individual; medidas de higiene e conforto: banheiro, lavatórios, vestiários, armários, bebedouro, refeitório, área de lazer.
Identificar os indicadores de saúde, queixas mais frequentes e comuns entre os trabalhadores expostos aos mesmos riscos, acidentes de trabalho ocorridos, doenças profissionais diagnosticadas, causas mais frequentes de ausência ao trabalho.
Conhecer os levantamentos ambientais já realizados no local.
Elaborar o Mapa de Riscos, sobre o layout da empresa, indicando através de círculos:
O grupo a que pertence o risco, de acordo com a cor padronizada.
O número de trabalhadores expostos ao risco, o qual deve ser anotado dentro do círculo.
A especificação do agente (por exemplo: químico – sílica, hexano, ácido clorídrico; ou ergonômico-repetitividade, ritmo excessivo) que deve ser anotada também dentro do círculo.
A intensidade do risco, de acordo com a percepção dos trabalhadores, que deve ser representada por tamanhos proporcionalmente diferentes de círculos.
Quando em um mesmo local houver incidência de mais de um risco de igual gravidade, utiliza-se o mesmo círculo, dividindo-o em partes, pintando-as com a cor correspondente ao risco.
Após discutido e aprovado pela CIPA, o Mapa de Riscos, completo ou setorial, deverá ser afixado em cada local analisado, de forma claramente visível e de fácil acesso para os trabalhadores.
Esta semana o mundo ficou mais feliz! Em meio a tantas tristezas trazidas pela Pandemia do Covid-19, Super Chico, como ficou conhecido na Web, recebeu alta da UTI, onde ficou por 13 dias.
Ele venceu a Covid-19!
Chico vive em Bauru, SP, nasceu prematuro e já passou por sete cirurgias.
Esse lindo menino de três anos, com Síndrome de Down, já viveu mais aventuras nesta vida do que muita gente seria capaz de acreditar. Aventuras estas que fizeram Chico se transformar num fenômeno na Web, onde possui 124 (cento e vinte quatro) mil seguidores. Super Chico nasceu herói!
Após treze dias internado na UTI de um hospital da rede privada, em Bauru, SP, recebeu alta médica no último dia vinte e dois, indo para o quarto de enfermaria, onde continuará a receber os cuidados necessários até a alta completa.
Enquanto sua Mãe, merecidamente, comemora mais essa vitória, Chico se prepara para mais uma aventura: voltar pra casa, para os braços da família e recuperar o tempo perdido de um amor sem tamanho.
Conversa sobre aleitamento materno com uma das referências nacionais no tema. O Dr. Moises Chencinski é pediatra, Membro do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria. Criador e incentivador do Movimento “Eu Apoio Leite Materno”.
O Ministério da Educação divulgou que alguns estados e o Distrito Federal discutem retornar às aulas tanto na Rede Pública quanto a Rede Particular de Ensino, a partir de agosto deste ano. Afirmou também que, segundo diretrizes traçadas, a retomada será gradual e seguirá um revezamento de turmas, sobre o olhar minucioso das Secretarias de Saúde.
No Rio de Janeiro, o prefeito Crivella anunciou o retorno da Rede Privada, já para 3 de agosto, de forma facultativa e com regras rígidas. Disse também ter sido uma solicitação dos representantes das escolas privadas e dos representantes do seu Sindicato. Será que podemos confiar no nosso órgão público de Saúde para a fiscalização “dessas regras rígidas”? Basta lembrar do que passamos com os hospitais de Campanha no auge da pandemia e teremos a resposta.
Quanto à Rede Pública de Ensino, Secretaria Municipal de Educação (SME), Professores e Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (SEPE) não conseguiram chegar a um acordo.
A SMS apresentou um plano de volta às aulas de forma gradual, para o dia 3 de agosto. A primeira etapa prevê apenas a volta das equipes gestoras.
Um grupo de trabalho foi montado pela prefeitura para, junto com os professores, definir a retomada das atividades.
“Nós, do SEPE, e outras entidades do Grupo de Trabalho pedimos para constar em ata que não concordávamos com o retorno, que vai significar propagação da doença pelo que a gente está vendo nas informações vindas da Fiocruz”, disse Maria Eduarda Quiroga, representante do Sindicato dos Professores (SEPE) no Grupo de Trabalho.
A Fiocruz realmente considera prematura essa decisão, pois teme pelo crescimento do número de casos de Covid-19.
Novamente de forma atabalhoada, o governo do estado do Rio de Janeiro encerrou, finalmente, o contrato irregular com o IABAS, conforme denunciei no mês de abril. O acordo previa, originalmente, a construção de sete hospitais de campanha, dos quais somente dois foram concluídos e, assim mesmo, sem nunca terem funcionado na sua plenitude. Para fechar com chave de ouro, o IABAS deixa os hospitais com dívidas não pagas de gás, luz e água que totalizam cerca de R$ 668.100,00, somente no hospital de campanha do Maracanã.
Enquanto isso, os pacientes foram transferidos às pressas para outros hospitais da rede e, até que a Fundação Estadual de Saúde assuma a gestão, esses espaços ficarão desativados.
Olha a verba pública escorrendo entre os nossos dedos…
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