Escola de samba irá homenagear os Doutores da Alegria

Há mais de 30 anos o projeto Doutores da Alegria leva a arte do palhaço para dar um pouco de alegria a crianças, adolescentes e outros pacientes internados em hospitais públicos. Este ano a Dragões da Real, escola de samba de São Paulo estará homenageando o projeto no sambódromo do Estado. A escola de samba irá desfilar hoje, 21, e o grande homenageado da noite será o palhaço e empreendedor social Wellington Nogueira, que em 1991 fundou a organização sem fins lucrativos.

O enredo 2020 da escola é “A Arte de Subverter o Mundo pelo Divino Poder da Alegria”.

Consumir alimentos típicos da estação e do mês é sempre um bom negócio!

Optar por frutas, legumes e verduras da estação é sempre uma maneira de garantir qualidade de vida e economia para o bolso, além de ser saudável para o dia a dia. Por isso, é bom saber o que procurar ao ir às compras de frutas, legumes e vegetais. Geralmente, fevereiro é bom para frutas e legumes desta estação. Se adaptam bem a esse tipo de clima. Veja alguns exemplos destes alimentos que podem ser facilmente encontrados no mês de fevereiro:

  • FRUTAS: figo, abacate, maçã, pera, uva, pêssego e ameixa
  • LEGUMES: abóbora, gengibre, pepino, pimentão e milho verde
  • VERDURAS: escarola, hortelã e repolho.

Sífilis. Mais uma tentativa …

Brasil tem 18 casos de sífilis por hora, diz Ministro da Saúde

Há anos que venho alertando sobre a necessidade de um combate efetivo no enfrentamento da sífilis. Na região metropolitana do Rio de Janeiro temos uma quantidade absurda de casos desta doença o que é diagnosticada com um exame simples, que qualquer laboratório é capaz de realizar, e curada com com o antibiótico mais antigo do mundo, a penicilina. Não acredito que campanhas, de forma isolada, consigam diminuir a taxa de infectados. Isso vem sendo tentado, há décadas, sem sucesso. Junto com essas campanhas de conscientização, é fundamental que tenhamos ações para uma análise crítica dos casos identificados, treinamento e educação continuada dos profissionais de saúde, além de disponibilidade suficiente de métodos de proteção, exames e medicamentos.

SEGURANÇA DO TRABALHO 6

por Marco Antônio Menezes – Técnico em Segurança do Trabalho

FRASE DA SEMANA:

Não deixe para amanhã o que podes fazer hoje, pois um tempo perdido não se recupera, apenas se lamenta.” (Xavier Nhanala)

VOCÊ CONHECE OS RISCOS OCUPACIONAIS? NÃO?  ENTÃO VAMOS MOSTRAR OS AGENTES E OS RISCOS EXISTENTE EM CADA UM.

Vamos mostrar a vocês todos eles. Iniciaremos pelos Riscos Físicos e as Doenças Ocupacionais por ele causados.

DOENÇAS OCUPACIONAIS POR EXPOSIÇÃO AO AGENTE FÍSICO

TEMPERATURAS EXTREMAS – No que diz respeito às temperaturas extremas (Calor e Frio) os efeitos dependem da multiplicidade de fatores ambientais e individuais, ou seja, temperatura do ar, umidade do ar, velocidade do ar, calor radiante, tipo de atividade exercida, etc. Esses efeitos intervêm na saúde, segurança e bem estar do trabalhador, e por conseguinte na sua produtividade.

CALORO Calor é um agente presente em diversos ambientes de trabalho, onde ocorre exposição excessiva, principalmente quando a pessoa trabalha a céu aberto. Ocorre em:

– Siderúrgicas                                              – Indústria de vidros                                -Operações em Caldeiras

– Forno                                                        – Estufas e Soldas                                       – Construção Civil

SINTOMAS CAUSADOS PELA EXPOSIÇÃO AO CALOR ONDE EXTRAPOLA OS LIMITES DE TOLERÂNCIA.

– Cansaço                                            – Abatimento                                        – Dor de Cabeça

– Tonturas                                            – Mal Estar                                          – Fraqueza

– Inconsciência                                    – Desidratação                                     – Insolação

– Fadiga Física                                     – Câimbras

Exemplo:

                                                            CONSTRUÇÃO CIVIL

No próximo artigo falaremos de FRIO!    Aguardem!

Candidíase: infecção comum, mas que merece atenção

Infecção provocada por fungos do gênero Cândida, a candidíase pode ocorrer em qualquer estação do ano, pois é considerada oportunista, isto é, ela se aproveita de condições favoráveis para proliferação destes microrganismos.

No verão, a candidíase é comum devido ao calor e à alta frequência de idas a praias e piscinas. Com a umidade da transpiração, além do uso contínuo de biquínis molhados, surgem situações que potencialmente mudam o pH ou alteram a flora vaginal, permitindo a instalação da infecção.

Já no inverno, a situação é outra: roupas justas e abafadas em excesso favorecem a transpiração e também podem propiciar estas infecções fúngicas.

Vale saber que este fungo, em níveis e condições normais, vive no organismo sem causar maiores danos, mas ao encontrar ambiente propício para sua reprodução, ou quando em um sistema imunológico deficiente, pode se multiplicar e causar os sintomas de candidíase. Principalmente no verão, o uso de roupas íntimas 100% de algodão junto com trajes leves e arejados, preferencialmente saias, ajudam na prevenção da candidíase.

Os caminhos da nossa água

A falta de saneamento básico faz com que os rios Ipiranga, Poços e Queimados despejem esgoto na bacia do Guandu que, por sua vez, também recebe esgoto “in natura”. Isso causa uma grande proliferação de algas, como se jogasse adubo em uma plantação. Algumas destas algas produzem cianobactérias que liberam várias toxinas. Uma delas é a ultimamente famosa geosmina, que, a princípio, não oferece grandes riscos à saúde. Mas, outras toxinas, igualmente produzidas, são tóxicas para o nosso organismo. Neste local que é feita a captação de água da CEDAE.

A CEDAE tem dito que a água é potável, pois o que tem causado o mau cheiro, gosto e odor ruins é a presença da geosmina, que não faz mal à saúde. Ou seja, mostram apenas a ponta do iceberg. A qualidade desta água fornecida já está em desacordo com a Portaria N⁰ 2.914/2011 do Ministério da Saúde, mas, ainda assim, precisa de uma análise mais completa para medir o grau de contaminação.

Também é necessário o envolvimento da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, pois compete a ela, junto com os vereadores, inspecionar e exercer a vigilância da qualidade da água distribuída no município.

Com tudo isso, ainda temos que escutar nosso governador levantar a hipótese de sabotagem.

Se a poluição dos nossos rios e a péssima qualidade da água que está sendo distribuída a milhões de pessoas na cidade mais famosa do Brasil é fruto de algum sabotador, trata-se de um grande ataque terrorista. Deveríamos notificar a Interpol, além de pedir auxílio internacional e ao Papa. Com todo respeito, senhor governador, fala sério!

O termo não é sabotagem, mas outro …

SEGURANÇA DO TRABALHO 3

por Marco Antônio Menezes – Técnico em Segurança do Trabalho

FRASE DA SEMANA:

Liberdade, liberdade! Abre as asas sobre nós e que a voz da igualdade seja sempre a nossa voz” (Imperatriz Leopoldinense)

DIFERENÇA ENTRE RISCO X PERIGO NO AMBIENTE DE TRABALHO

Risco é a probabilidade que se tem de causar danos, pela possibilidade de se acontecer um acidente ou por conta das exposições a que se é submetido. Ou seja: é a chance ou a probabilidade de lesão ou morte. Alguns exemplos de risco: intoxicação, perder um membro, ter problemas na coluna ou em qualquer outra parte do corpo por conta das condições de trabalho.

O perigo, por sua vez, se refere às situações que podem causar danos, lesões ou mortes. De forma resumida, o perigo é a situação a que o trabalhador é submetido, a qual oferece riscos à sua saúde. Exemplos de perigo: função de carga e descarga de materiais pesados ou explosivos, trabalho em fornos de pintura, torno mecânico, processos de soldagem e todas as demais funções que oferecem riscos aos trabalhadores.

Para entender melhor esses conceitos, imagine a seguinte situação: um trabalhador está lavando um piso escorregadio. Neste caso, o perigo é o piso escorregadio. O risco é a possibilidade de acontecer uma queda durante a execução do trabalho. O risco, portanto, é a consequência do perigo. Se não existir perigo, não existe risco. Exemplos:

BOLETIM INFORMATIVO

MUDANÇA PARA O TRABALHADOR NA LEI 8.213/91 (ACIDENTE DE TRAJETO)

ACIDENTES DE TRAJETO – A Medida Provisória 905 em 12 de novembro de 2019, revogou a parte do Art. 21 da Lei 8.213/91 que equiparava Acidente de Trajeto ou de Percurso ao acidente de trabalho. Se Acidente de trajeto não é mais considerado acidente de trabalho, consequentemente já não há mais necessidade de se emitir a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) para estes casos de acidente de percursos.

Nesta situação se o trabalhador sofre algum acidente durante seu trajeto (casa-trabalho/trabalho-casa), e com esse acidente necessite ficar de benefício, o mesmo receberá o auxílio doença previdenciário, e não mais o auxílio doença acidentário.

MUDANÇA PARA A EMPRESA

1ª IMPLICAÇÃO: Por ser auxílio doença previdenciário, diferente do que ocorria, a empresa não precisará continuar pagando o FGTS enquanto vigorar o benefício.

2ª IMPLICAÇÃO: Sem o auxílio doença acidentário, não há que se falar mais em estabilidade de até 1 ano após o acidente, ou seja, como acidente de trajeto, não mais considerado acidente de trabalho, os acidentes de percursos não geram mais estabilidade no emprego, independente da gravidade desse acidente.

Fonte: www.saudeocupacional.org

Ataque aéreo !!

Com as chuvas, aumentam as chances de coleções de água parada que servem como criadouros de mosquitos como, por exemplo, o aedes aegypti.

O acesso a esses verdadeiros reservatórios de larvas do mosquito nem sempre é simples. Locais de difícil acesso, ou mesmo imóveis particulares e abandonados, podem abrigar terrenos baldios com estes nascedouros.

A Prefeitura poderia utilizar drones, como os utilizados na agricultura. Eles serviriam para identificar estes focos e combatê-los, com pulverização de inseticida nestes reservatórios de água parada.

Finalmente chegou !!

Em falta, desde outubro, em quase todo o Brasil, o governo federal começou a distribuir 1,7 milhão de doses da vacina pentavalente, para vários estados. Esta vacina é importada e, em julho de 2019, os lotes recebidos para teste no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) e na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) foram reprovados nos testes de qualidade.

Apesar do Ministério da Saúde ter solicitado reposição do fornecimento à Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), não havia disponibilidade imediata. Devido a estes fatos, acrescido da nossa necessidade mensal de 800 mil doses, os estoques se esgotaram em praticamente todo o país no mês de outubro.

Com a chegada dos novos lotes, já devidamente aprovados, a distribuição foi reiniciada e deve ser normalizada até o mês de março.

Esta é uma vacina para proteção contra tétano, coqueluche, hepatite b, difteria e contra a bactéria haemophilus influenzae tipo B, responsável por problemas respiratórios ou, até meningite.

Ela deve ser aplicada nas crianças com 2, 4 e 6 meses de idade. O reforço, em crianças com mais de um ano, é realizado pela vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DTPa).

O Ministério da Saúde tem estudado estratégias para produção nacional da vacina pentavalente. Ficaremos na torcida para que se conclua este projeto.