Marrakech, Marrocos

Marrakech é um dos mais importantes centros econômicos do reino do Marrocos, onde o rei tem poder absoluto.

Praticamente todas as construções da cidade são em cor de tijolo…porque o rei quis assim.

Por outro lado, é uma cidade extremamente segura onde você pode transitar, em qualquer parte, sem receio de assalto.

Quem nasce marroquino, nasce muçulmano. Isso significa parar tudo 5 vezes ao dia (sim, cinco) para rezar, voltado para Meca.

O impressionante é que abandonam as lojas abertas e cheias de mercadoria para irem fazer suas orações. Repito: não há assaltos!Não! Pararam de cortar as mãos dos ladrões (ao menos nas cidades grandes, pois estavam sendo muito criticados pela comunidade internacional).

Mas, segundo me explicou um nativo, se algum um estrangeiro (marroquino não, pois sabe o que acontece) se aventurar a algum furto, será punido severamente.

A cidade pode ser dividida em duas.

A Medina (agitada cidade medieval murada, fundada pelo Império Berbere, com um labirinto de ruas com inúmeros souks (mercados) que vendem, literalmente, de tudo e com preços incrivelmente baratos. Mesmo assim, não deixe de barganhar muito (parta da metade do preço que lhe derem). Se não fizer isso, ficam chateados, pois entendem que foram enganados e poderiam cobrar mais.

No centro você tem a grande praça Jemaa el-Fna, com várias outras barracas, vendedores de água, vários animais para você interagir e tirar fotos (macacos, cobras, pombos, etc.).

Apesar disso, as ruas são muito limpas, embora estreitas e sem calçada, onde se misturam moto, carroça, tuk tuk, carro, bicicleta e o que mais você puder imaginar.

Essa região é a cara de Marrakesh e onde você vai encontrar os “riads” (alguns muito bons), que são pousadas oriundas de casas de famílias tradicionais marroquinas. A porta de entrada deles, em geral, é muito modesta. Mas, quando você entra, a história é bem diferente.

Ah, sim. Procure o “Jardim Secreto”. A porta segue a regra dos “riads”, mas o interior é muito bonito.

Fora da Medina tem a parte nova da cidade, onde fica o centro empresarial, shopping, teatro e algumas atrações como o espetacular “Jardin Majorelle”, na casa que pertenceu a Yves Saint Laurent.

Se você conseguir reservar um dia livre, vá até a linda estação de trem de Marrakech e, ao lado, conseguirá encontrar os ônibus que levarão até Essaouira.

Essa interessante vila litorânea de pescadores lembra Búzios (claro, com construções muçulmanas, rsrs). Quem procura óleo de argan, aqui é o local.

Tem muito mais, porém, o espaço não permite.

Em resumo, Marrakesh é uma experiência única.

Amsterdam, Holanda

Se tem uma palavra que define Amsterdam é diversidade.

Nesta cidade onde o antigo e o novo convivem de forma harmônica, a liberdade é grande, mas com limites curiosos.

O consumo de maconha sob diversas formas como cigarros, bolos e até brownies é liberado dentro do coffee shops. Já as bebidas alcoólicas e o tabaco são proibidos nesses estabelecimentos.

No Red Light District (local símbolo da prostituição que é legalizada e até com direitos trabalhistas), mulheres se exibem em roupas íntimas em cercas de 200 vitrines pelo bairro.

Este local atrai famílias de turistas curiosos, porém fotos e filmagens são proibidos, exceto, da Oudekerk (Igreja Velha), construção mais antiga de Amsterdam, localizada bem no meio deste distrito.

Sugiro começar na visita pela Praça do Dam, onde ficam o Museu de Cera Madame Tussaud, a igreja Nieuwe Kerk e o Palácio Real.

Mais ao sul você tem um lugarzinho escondido e parado no tempo chamado Begijnhof, com casas dos séculos XVII e XVIII e um espetacular jardim.

Se quiser almoçar, desce mais um pouco até Rembrandtplein (Praça de Rembrandt), onde tem várias opções de restaurantes. Próximo dali, poderá conhecer a casa dele e buscar um dos vários passeios de barco pelos canais de Amsterdam.

Na beira de um desses canais você pode ver a casa de Anne Frank. Mas, se quiser visitar, sugiro comprar ingresso online para não enfrentar imensa fila.

Outro ingresso melhor de comprar pela internet é para ir a fábrica da Heineken.

De volta aos canais, vale a visita ao mercado flutuante das flores, com entrada pelas calçadas.

Claro, teria que ir à praça dos museus, onde fica o Rijskmuseum, a Casa de Concertos e o Museu de Van Gogh (o mais didático que conheço, onde as obras são exibidas em ordem cronológica e junto com a história do pintor).

Separe um dia para ir até a Estação Central e pegar um transporte para Zaanse Schans. Sugiro o ônibus 391, pois deixa bem na entrada da vila dos moinhos mais popular na Holanda.

Há muito mais sobre essa fascinante Amsterdam.

Sem dúvida, um lugar fantástico para conhecer.

Instinto ou Razão?

Um duelo e tanto, não é? Qual das duas vozes escutar?
Muitas vezes o instinto grita e abafa a voz da razão e eis que surge o conflito entre o que você quer e o que você deveria fazer.

O ideal é evitar se entregar de forma exagerada a ambos os condutores. Imagina se formos somente emoção, quanta decepção não teríamos?

Já o excesso de racionalismo pode nos privar de viver boas experiências e de aprender com os erros.

O que eu penso é que precisamos lutar para um equilíbrio sadio entre instinto e razão. Uma sugestão interessante é começarmos a utilizar o lado racional para avaliar os riscos, as vantagens de tomarmos determinada atitude porque o lado emocional deve querer viver a situação em questão. Isso faz sentido para você?

Como você lida quando o instinto fala mais alto que a razão?

Quando parar com a pílula

A pergunta que eu te devolvo é: com qual objetivo?

Se a mulher estiver, de fato, no período pós menopausa não é possível engravidar sem um tratamento de medicina reprodutiva. Isso porque o processo natural de ovulação é cessado, bem como também há uma drástica diminuição na produção dos hormônios ligados a fertilidade.

Porém, se a mulher estiver no climatério, antes da menopausa, há chances de acontecer uma gravidez sim já que os hormônios não pararam totalmente de serem liberados.

Cada mulher tem uma necessidade e riscos, por isso é preciso ter atenção com relação ao uso de contraceptivos em geral e um acompanhamento médico. Dependendo do caso, é recomendado o uso de anticoncepcional sim de acordo com outros benefícios que vão além da prevenção de uma gestação.

Tem dúvidas sobre o assunto? Me manda uma mensagem

S.O.P.

A Síndrome do Ovário Policístico, também conhecida pela sigla SOP, é um distúrbio endócrino que provoca alteração dos níveis hormonais, levando à formação de cistos nos ovários que fazem com que eles aumentem de tamanho.

Essa síndrome é muito comum mas não deve ter os seus riscos ignorados. Pode causar entre outras coisas: diabetes, alteração do colesterol, aumento do peso e da pressão arterial e câncer de útero (caso não tenha um tratamento e acompanhamento adequados). São diversos os tratamentos e tudo depende de cada mulher, diagnóstico, dos exames realizados… por isso é o que sempre digo: tenha um acompanhamento de um especialista SEMPRE e para tudo na sua saúde!

Conte comigo nessa

Que exames pedir

Sabe aqueles exames de protocolo? Eles existem sim e são super necessários no início de um acompanhamento ginecológico. Por aqui os exames de rotina que eu não abro mão de pedir são:

👉Mamografia
👉Densitometria óssea
👉Preventivo ginecológico
👉Exame de sangue
👉Ultrassonografia, dependendo da idade
👉Raio x de coluna, também dependendo da idade

Claro, na dependência do que eu encontrar no exame físico, posso complementar com algum outro exame.

Você faz com regularidade esses exames?

Me mande uma mensagem e vamos conversar!

Vancouver, Canadá

A bela cidade de Vancouver fica na costa oeste da Columbia Britânica e tem uma excelente qualidade de vida por sua segurança, ótimo sistema de transporte, parques e vida cultural.

Depois de um giro pela cidade com ruas arborizadas, amplas e extremamente limpas, você pode dar um passeio de cerca de 2 horas pelo Stanley Park, antes de visitar o Vancouver Aquarium.

Na volta, passando pela bonita English Bay, você pode se dirigir até Granville Island para conhecer o mercado público.

Em seguida, pode assistir a um concerto no espetacular Orpheum Theatre, para depois jantar no Vancouver Lookout, onde terá uma vista privilegiada da cidade.

Na manhã seguinte, vamos começar com uma caminhada de cerca de uma hora no Parque Queen Elizabeth? Mais uma parada de cerca de duas horas para VanDusen Botanical Garden, seguir para conhecer o Museu de Antropologia e voltar por Kitsilano, bairro conhecido por sua grande piscina salgada e boas opções gastronômicas.

Neste terceiro dia vale a pena fazer um bate-volta em Victoria, capital da Columbia Britânica, no sul da ilha de Vancouver. A arquitetura vitoriana está presente em toda a cidade, inclusive na mansão do imponente Castelo de Craigdarroch. Ah, sim. Também em Victoria, fica o belíssimo Butchart Gardens. Imperdível!

Dia seguinte para aventuras em pontes suspensas no topo das árvores do Capilano para depois pegar o teleférico para Grouse Mountain, onde poderá esquiar, ter uma bela vista, conhecer seus ursos e passear em meio a estátuas de madeira esculpidas em troncos de árvores.

Na volta, ainda dá tempo de dar uma passadinha em Chinatown para depois, quem sabe, assistir um jogo de hóquei no Rogers Arena ou futebol no Estádio BC Place, que fica ao lado.

Final da viagem?

Nada! Que tal ir até ao Canada Place e pegar um cruzeiro para o Alaska?

Islândia

A Islândia não parece um outro país. Parece outro planeta.

Depois das montanhas Rochosas Canadenses, empata com o Alasca entre os lugares mais bonitos que conheço.

Descoberta e colonizada pelos vikings, esta ilha está bem próxima do Círculo Polar Ártico.

Com 2 ou 3 dias já é possível conhecer sua capital Reykjavik, onde vive a maioria da população do país. Por conta dos vulcões ativos na ilha, essa cidade é abastecida por energia geotérmica abundante, (a ponto de algumas calçadas serem limpas com aspirador de pó!!).

Como atrações locais, vale visitar o Museu Nacional da Islândia e o Saga Museum, para conhecer um pouco mais de sua história. No Perlan, pode ir a seu restaurante futurista giratório e com cúpula de vidro. Preferi não entrar nas atrações chamadas Geleira e Caverna de Gelo, pois iria ver as naturais no interior do país.

Não deixe de visitar a belíssima Harpa Reykjavik Concert Hall and Conference Centre e a igreja Hallgrímskirkja, com sua arquitetura singular.

Hora de pegar o carro e dirigir pela Rota 1, em direção aos parques nacionais Vatnajökull e Snæfellsjökull, com uma paisagem composta por vulcões, gêiseres, fontes termais, campos de lava, cachoeiras parcialmente congeladas e incríveis cavernas de gelo.

Optei por circular a ilha em sentido anti-horário, começando pelo sul da ilha, onde vi as atrações que gostei mais. Porém, foi em Akureyri, no Norte, que vi a mais bela Aurora Boreal (pena que só consegui fotografar uma menor, no Sul).

Engraçado que você vai encontrando as mesmas pessoas no caminho. Teve um chinês, que acordava mais cedo que eu, mas dirigia mais devagar. Todo dia eu o ultrapassava por volta das 10 horas. Um dia, fiquei preocupado. Quase meio dia e não tinha visto o chinês. Foi um alívio quando avistei seu carro. Também percebi que a esposa dele que dirigia (acho que ela era mais rápida, rsrs).

Quase todas as atrações são abertas e gratuitas. Apenas precisei contratar excursão para a visita às cavernas de gelo, pois é necessário um carro adaptado e com autorização para ir até elas. Agora, quem não se sente confortável em dirigir em locais com neve pode contratar agências de turismo para fazer o trajeto.

Ainda bem que todos falam inglês, já que o islandês é impronunciável para nós. Apelidei o guia que nos levou à Ice Cave de “Help”, pois não entendia uma sílaba de seu nome, rsrs.

Fazer supermercado também é uma aventura. Quase comprei corante no lugar de shoyu para sashimi…

Depois de 10 dias, voltei desse “outro planeta” com imagens impressionantes da memória.