
Claro que a genética ajuda, mas mulheres que levam uma vida saudável e suas emoções sob controle, passam muito melhor pelo período do climatério.

Claro que a genética ajuda, mas mulheres que levam uma vida saudável e suas emoções sob controle, passam muito melhor pelo período do climatério.

Existe quem não sinta nada, mas, boa parte se queixa de “ondas de calor” (chamamos de fogachos).
Também são queixas frequentes certa dificuldade para dormir e ressecamento vaginal.
A boa notícia é que existem formas de melhorar isso.

A menopausa é, simplesmente, a última menstruação.
Podemos dizer que houve a menopausa, quando a mulher fica 01 ano seguido sem menstruar, sem causa aparente para essa ocorrência.
Geralmente ocorre por volta dos 50 anos de idade e a fase que cerca a menopausa é chamada de climatério .
Este é um acontecimento normal e natural, causado por uma diminuição gradual na produção dos hormônios ovarianos.

Uma pesquisa, do Emma Children’s Hospital da UMC de Amsterdã, revelou a presença de anticorpos contra o SARS-Cov-2 no leite materno de mulheres com COVID-19.
Isso pode indicar uma proteção para os bebês dessas mães contaminadas.
Para maiores detalhes, clique aqui.
O nosso “Fala Doutor!” recebe Fátima Santa Cruz.
Neuropsicopedagoga, Psicomotricista, Arteterapeuta, CEO do Espaço Transformação, Coordenadora da Educação Especial do Centro Conviver, Diretora de Mobilização do Estado do Rio de Janeiro no Sindicato dos Psicopedagogia do Brasil, ela vem conversar sobre: “Sugestões práticas para lidar com o autista durante a pandemia”.

por Marco Antônio Menezes – Técnico em Segurança do Trabalho
FRASE DA SEMANA:
“A tolerância é tão necessária na política como na religião. Só o orgulho é que é intolerante.” (Voltaire)
A SEGURANÇA DO TRABALHO ONSHORE E OFFSHORE

Antes de iniciarmos este artigo precisamos entender o que é empresa ONSHORE e OFFSHORE e qual a diferença entre elas.
Onshore e Offshore são termos muito usuais no meio empresarial nacional e internacional. São informações relevantes sobre o tipo de uma organização que devem ser conhecidas por quem atua nos negócios.
ONSHORE – De uma forma mais precisa, empresa do tipo ONSHORE são aquelas que, em termos financeiros, produzem seu negócio no país de origem, ou seja, em terra. Sendo assim, tem suas obrigações fiscais regidas pelas políticas internas.
OFFSHORE – As empresas offshore, em tradução direta significa “FORA DA COSTA”, e é toda organização que tem transações realizadas em país estrangeiro, sujeita a um regime extraterritorial. São registradas em jurisdições com baixa tributação ou até mesmo isento. Além de serem constituídas em países que tem um tratamento diferenciado, essas empresas tem alto nível de proteção dos investidores, permitindo até que sejam anônimos.
SEGURANÇA DE QUEM TRABALHA OFFSHORE
Você já deve ter visto e ouvido vários temas de acidentes em Plataformas de Petróleo, né mesmo? Digamos que isso não é comum acontecer, mas às vezes, acontece sim! E uma das causas mais comuns são os incêndios, provocado por diversos acontecimentos. Abaixo vamos mostrar algumas dicas de segurança.
Evitando Incêndios
Existem vários riscos atrelados à atividade offshore. O mais evidente, e o que causa maior receio nos trabalhadores é o risco de incêndios. Afinal de contas, o trabalho nesses lugares envolve materiais altamente inflamáveis. O agravante é que os incêndios ou explosões que vamos tratar não acontecem em terra firme, mas sim em alto mar. A tripulação deve estar preparada para combater incêndios sem o auxílio externo de órgãos especializados de apoio. A melhor forma de apagar um incêndio é adotando medidas preventivas no ativo Offshore.
Uso Adequado de EPI
Sabemos que a utilização dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) é um dever de todo profissional. Você deve usar, diariamente, os seus próprios equipamentos e incentivar o uso pelos seus colegas. Sempre que você passar pela área industrial, transite pela rota de fuga utilizando o EPI completo.
Não negligencie a Radioproteção!
Os perigos radiológicos costumam ser negligenciados na indústria offshore. Práticas rígidas de segurança do trabalho devem ser adotadas em todas as áreas onde houver presença de NORM/TENORM. O objetivo é assegurar que nenhum IOE receba dose de radiação ionizante excessiva ao limite admissível para qualquer pessoa do público em geral. Além da presença de NORM e TENORM, o uso de instrumentos radiométricos estrangeiros e/ou terceirizados requerem atenção no cotidiano das plataformas. Portanto, priorizar a Radioproteção no cotidiano da indústria de petróleo e gás é uma dica fundamental.
Tenha bom relacionamento a bordo
Convivência é fundamental na vida de todo mundo. Criar bons relacionamentos a bordo pode ser fundamental para preservar sua integridade física e mental. Para se ter bons relacionamentos nas embarcações, é obrigatório ter bem desenvolvida a sua capacidade de adaptação. Trata-se de um novo ambiente social e profissional. Você mora e trabalha no mesmo lugar. Além disso, também divide sua “casa” com seus colegas de trabalho. Morar a bordo de uma plataforma offshore tem seus pontos positivos, mas como tudo na vida da gente, também tem seu lado negativo. Por isso a importância de se cultivar boas relações de convívio e trabalho! É importante ter consciência que serão longas horas de rotina e os mesmos problemas que você enfrenta em terra firme encontrará no
Offshore.
Equipamentos eletrônicos são proibidos
Equipamentos elétricos e eletroeletrônicos, assim como outros instrumentos não certificados para uso em atmosfera explosiva, jamais devem ser utilizados em área industrial! Ou seja, nada de lanternas, computadores, celulares, câmeras fotográficas ou filmadoras na plataforma! A utilização de qualquer um desses materiais só será permitida com autorização específica. Telefones internos e rádios serão os equipamentos utilizados para comunicação.
Esta é uma dica básica. Algumas plataformas chegam a confiscar ou lacrar os aparelhos celulares dos tripulantes.

FRASE DA SEMANA:
“E A causa da derrota, não está nos obstáculos, ou rigor das circunstâncias, está na falta de determinação e desistência da própria pessoa” (Buda)
TEMA DA SEMANA: SÍNDROME DE BURNOUT

Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho
Quais riscos um profissional diagnosticado com Síndrome de Burnout pode oferecer a um paciente?
Além disso, há relatos de sentimentos negativos, desconfiança e até paranoia. É possível que o paciente sofra fisicamente com a doença, com dores de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma e distúrbios gastrointestinais, respiratórios e cardiovasculares.
Consequências da Síndrome de Burnout
Uma pessoa afetada pela Síndrome de Burnout tem sua vida profissional e pessoal prejudicada. Ela passa a sofrer com os efeitos negativos do esgotamento em diversos aspectos, incluindo nos relacionamentos com sua família, colegas de trabalho e em toda a sua vida social.
Como identificar uma pessoa com síndrome de Burnout?
Os principais sinais e sintomas que podem indicar a Síndrome de Burnout são:
O que fazer para aliviar o cansaço mental?
Como combater o cansaço mental
Quais as consequências para o trabalhador?
Acidente de trabalho típico é o que ocorre na execução do trabalho, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.
Quais são as consequências da precarização do trabalho no mundo atual para os trabalhadores?
A precarização do trabalho, portanto, tem sido percebida como uma das consequências mais visíveis da flexibilização do mercado de trabalho, que preconiza a proliferação de formas de emprego de caráter flexível, das novas formas de contrato e do declínio da oferta de empregos típicos/permanentes.
A Síndrome de “Burnout” em Professores
A burnout de professores é conhecida como uma exaustão física e emocional que começa com um sentimento de desconforto e pouco a pouco aumenta à medida que a vontade de lecionar gradualmente diminui. Sintomaticamente, a burnout geralmente se reconhece pela ausência de alguns fatores motivacionais: energia, alegria, entusiasmo, satisfação, interesse, vontade, sonhos para a vida, ideias, concentração, autoconfiança e humor.

por Marco Antônio Menezes – Técnico em Segurança do Trabalho
FRASE DA SEMANA:
“Eu tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos um dia viverão em uma nação onde não serão julgados pela cor pele, mas pelo conteúdo de seu caráter.” ( Martin Luther King)
TEMA DA SEMANA: TRABALHO SOB CONDIÇÕES HIPERBÁRICAS

Ocorre quando o homem está sujeito a pressões maiores do que a pressão atmosférica. Estas situações ocorrem quando a pessoa está abaixo do nível da terra, como em mergulhos, por exemplo. Nesse caso, quanto maior a profundidade maior será a pressão exercida sobre a pessoa.
Insalubridade: Vale lembrar que o trabalho sob condições hiperbáricas dá direito ao trabalhador de receber adicional de insalubridade conforme NR 15 anexo 6.
Aposentadoria especial: O trabalho em condições hiperbáricas confere ao trabalhador o direito á aposentadoria especial após 25 anos de trabalho dedicados á atividade.
DESCIDA – SUBIDA
O trabalho sob condições hiperbáricas expõe o trabalho a período de compressão (descida-imergir) e descompressão (subida-emergir).
O anexo 6 da NR 15 estabelece critérios para o planejamento das compressões e descompressões, o limite superior de pressão, que é de 3,4 kg/cm², o período máximo de trabalho para cada faixa de pressão conforme iremos mostrar no quadro abaixo.

O anexo 6 também fornece tabelas para descompressão para vários períodos de trabalho levando em consideração a pressão exercida.
DOENÇA DESCOMPRESSIVA
Ocorre quando o mergulhador excede o limite de tempo ou de profundidade ou os dois ao mesmo tempo. Durante o mergulho o aumento da pressão faz com que o nitrogênio contido no ar respirado (ar mandado mecanicamente) se dissolva nos tecidos do corpo. A quantidade absorvida pelo corpo depende (como já disse) do tempo e da profundidade do mergulho.
A
ssim como o ar que respiramos (ar atmosférico), o ar nos cilindros de mergulho é uma mistura de dois gases O² (oxigênio) e N² (nitrogênio). A grande questão é que o nitrogênio não é metabolizado pelo corpo, por isso, quase de nitrogênio tudo que inalamos é expelido quando expiramos. O pouco que fica se dissolve nos pulmões e outros tecidos.
Quando o corpo atinge o limite de nitrogênio ele passa a não mais armazenar nitrogênio no corpo, ou seja, a partir desse momento tudo que entra sai.
Durante o mergulho, os pulmões captam mais nitrogênio do que o que estamos acostumados na superfície já que a pressão é aumentada e isso eleva a densidade do gás. Ao invés de ser normalmente exalado o excedente de nitrogênio acaba sendo dissolvido nos tecidos corporais enquanto a pressão no ambiente aumenta ou continua a mesma. Quando o mergulhador começa a subir em direção à superfície ocorre a descompressão, logo, a perda de pressão ambiente é gradativa e proporcional em relação à subida.
Com a diminuição da pressão, o nitrogênio gradualmente começa a ser dissolvido nos tecidos corpóreos e entregado através do sangue aos pulmões que faz o trabalho de expeli-lo.
Riscos: Se o mergulhador não observar as medidas de segurança e realizar a subida de forma rápida, o processo de expelir o nitrogênio pode acontecer de forma repentina, causando formação de bolhas na circulação sanguínea e nos tecidos, e por último, compressões nervosas, obstrução de artérias, vasos linfáticos, veias, provocar reações químicas perigosas no sangue. A soma de alguns desses itens pode levar á morte.
Os sintomas normalmente são: paralisia, fraqueza, choque, insensibilidade, formigamento, dificuldade respiratória e dor nas articulações e membros.
Estojo de primeiros socorros, contendo medicamentos adequados para o tratamento de acidentes típicos e as instruções para sua aplicação, na ausência do médico.
Exames médicos: Anexo 6 da NR 15, item 2.9.7: Os exames médicos dos mergulhadores serão realizados nas seguintes condições:
a) por ocasião da admissão;
b) a cada 6 seis meses, para todo o pessoal em efetiva atividade de mergulho;
c) imediatamente, após acidente ocorrido no desempenho de atividade de mergulho ou moléstia grave;
d) após o término de incapacidade temporária;
e) em situações especiais, por solicitação do mergulhador ao empregador.
2.9.6 O médico concluirá os seus laudos por uma das seguintes formas:
a) apto para mergulho (integridade física e psíquica);
b) incapaz temporariamente para mergulho (patologia transitória);
c) incapaz definitivamente para mergulho (patologia permanente e/ou progressiva)
Comunicação: Deve existir comunicação satisfatória entre os envolvidos, para tanto, o uso de celulares, rádios ou similares são indicados.
Lista de verificação (Check list): A Marinha Brasileira na Norma 15, dita como orientação de segurança. No Check list ditado pela norma deve conter todos os equipamentos e componentes de um Sistema de Mergulho. Os equipamentos deverão ser verificados por pessoal devidamente qualificado quanto ao estado de conservação e condições de operacionalidade, visando à preparação do sistema antes do início de toda operação de mergulho.

por Marco Antônio Menezes – Técnico em Segurança do Trabalho
FRASE DA SEMANA:
“Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.” (Cora Coralina)
TEMA DE HOJE: SEGURANÇA EM ELETRICIDADE

O trabalho com eletricidade é a realidade de milhares de trabalhadores. Por isso, a NR 10 surgiu com o objetivo de estabelecer as medidas de segurança para proteger contra o risco elétrico e garantir a saúde e integridade física desses profissionais.
Saber todos os pontos fundamentais desta Norma Regulamentadora vai fazer com que você mantenha sua empresa em dia com a legislação. Além disso, você estará contribuindo diretamente para a saúde e segurança física dos seus funcionários.
No artigo de hoje iremos mostrar a você tudo que você precisa saber sobre a NR 10! Portanto, se você tem dúvidas sobre o papel da NR e a importância dos EPIs para a segurança em eletricidade… este post é ideal para você!
Desde criança ouvimos falar em como é perigoso mexer com eletricidade e o risco de acidentes domésticos ou no trabalho quando temos que lidar com ela.
Quem já não ouviu alguém dizer: “tira a mão da tomada”, “não pluga na tomada sem o chinelo”, “se tiver com as mãos molhadas vai levar choque”, entre outras tantas frases que nos acompanham a vida toda, certo?
A verdade é que para lidar com a corrente elétrica, é preciso muita informação aliada aos Equipamentos de Proteção Individual adequados. Sem esquecer, é claro, de todas as demais Medidas de Controle de Risco existentes e apropriadas para o local.
As estatísticas do Corpo de Bombeiros apontam: instalações elétricas inadequadas aparecem como uma das principais causas de incêndio no país, independente da região. Por isso, a estrutura dos sistemas elétricos merece ser cuidadosamente observada e compreendida, a fim de minimizar risco e preservar a saúde do trabalhador.
Através da corrente elétrica, podem ser causadas reações irreversíveis ao sistema nervoso e muscular, bem como queimaduras. Além disso, em decorrência de sobrecargas, arcos voltaicos ou descargas estáticas, podem ocorrer incêndios.
Ou seja, os riscos que os trabalhadores envolvidos com eletricidade estão expostos são muitos. Identificá-los e controlá-los é um dever da empresa, que deve proporcionar um ambiente mais seguro possível para seus trabalhadores.
A partir disso, aquelas empresas que tiverem suas atividades desenvolvidas em instalações ou equipamentos integrantes do sistema elétrico de potência deverão adicionar, ainda, os seguintes itens:
Este prontuário deverá ser organizado e mantido na empresa, fazendo sempre as devidas atualizações quando necessário. É um documento que deverá ficar à disposição de todos os colaboradores envolvidos direta ou indiretamente com eletricidade.
As medidas de proteção coletiva deverão ser tomadas antes do início das atividades em instalações elétricas. O intuito é garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores antes mesmo que iniciem os serviços a serem executados.
Segundo o item 10.2.8.2, as medidas de proteção coletiva compreendem, prioritariamente, a desenergização elétrica conforme estabelece esta NR e, na sua impossibilidade, o emprego de tensão de segurança. Além disso, na impossibilidade da realização do mencionado acima, deverão ser utilizadas outras medidas, como:
Também é válido ressaltar que o aterramento das instalações deverá ser executado conforme a legislação competente. Na ausência desta, então deverá atender às Normas Internacionais vigentes que forem relacionadas.
Depois de todas as medidas de proteção coletivas terem sido tomadas e, ainda assim, forem insuficientes para atenuar os riscos, então deverão ser adotadas as Medidas de Proteção Individual. Entre elas, estão os EPIs, previstos na NR 6.
Segundo a NR 6, “considera-se Equipamento de Proteção Individual – EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.”
Os EPIs devem ser ser fornecidos pelo empregador e sem custo algum para o empregado. Este, se responsabiliza por utilizá-los adequadamente, além da guarda e conservação dos equipamentos. Mais abaixo veremos mais sobre os equipamentos para riscos elétricos.
Voltando para a NR 10, no item 10.2.9.2 vemos que as vestimentas utilizadas pelos colaboradores deverão ser adequadas às suas atividades. Lembrando sempre de levar em consideração a inflamabilidade, condutibilidade e influências eletromagnéticas.
Além disso, é totalmente proibido o uso de adornos pessoais (pulseiras, brincos, relógios) durante os trabalhos de instalações elétricas ou nas proximidades. Tudo para diminuir qualquer incidência de riscos que possam ocasionar acidentes de trabalho ou doenças.
Os EPIs têm papel fundamental para proteger os trabalhadores que enfrentam o risco elétrico durante a jornada de trabalho. Além disso, são itens obrigatórios. Ou seja, o fornecimento correto evita multas e processos judiciais para a empresa.
Entre os principais Equipamentos de Proteção Individual e vestimentas especiais recomendados para o risco elétrico, vemos:
A NR 10 é imprescindível para o trabalho seguro e, por isso, respeitar e seguir as determinações é de extrema importância para proteger a vida do trabalhador. Seja no trabalho ou em casa, a prevenção de acidentes deve estar presente para garantir a sua saúde e bem estar. A segurança tem que estar em todo lugar, você concorda?

por Marco Antônio Menezes – Técnico em Segurança do Trabalho
FRASE DA SEMANA:
“Pelos erros dos outros, o homem sensato corrige os seus” (Oswaldo Cruz).
SEGURANÇA COM GÁS COMPRIMIDO

No artigo de hoje você vai aprender um pouco mais sobre Segurança com gás comprimido.
O que é gás comprimido?
Para que a pressão de um gás aumente, não é necessário que ocorra aumento de temperatura, basta comprimir o gás. A pressão é causada pelo movimento rápido das moléculas de gás que colidem com as paredes internas do recipiente. Se o gás está comprimido, ocupando um espaço menor, as moléculas ficam mais concentradas. Cada centímetro quadrado das paredes do recipiente é golpeado por um maior número de moléculas. Por isso a pressão aumenta.
Tipos de gases comprimidos mais utilizados no mercado:
Os gases comprimidos devem ser armazenados em cilindros presos a parede metálica ou cinta, especialmente construídos para este fim devido apresentarem riscos especiais. Todo cilindro de gás comprimido contém uma grande quantidade de energia. Quando esta energia é aliviada inadequadamente instantaneamente, ela pode causar ferimentos sérios. Os gases, por si mesmos, já são perigosos porque podem causar incêndios, serem tóxicos e corrosivos. Esta é a razão pela qual devemos tratar com respeito todos os gases comprimidos. Nesta condição eles possuem propriedades únicas que não são comuns aos sólidos e líquidas.

Estas propriedades são:
Sempre que um cilindro de gás for recebido, inspecione-o cuidadosamente para assegurar-se de que esteja em boas condições e de que seu conteúdo esteja indicado corretamente no rótulo. Antes de usá-lo algumas vezes, um rótulo é colocado na
superfície do cilindro, ou é fixada à tampa uma etiqueta. A válvula do cilindro deve ficar sempre tampada ou protegida.
Inspecione os cilindros para determinar se existem ranhuras, arqueamentos ou queimaduras por maçarico, crateras isoladas ou áreas corroídas (particularmente em volta do pescoço do cilindro ou da válvula), ou conjuntos de válvulas estragadas ou quebradas.
Se for observado qualquer defeito, isole o cilindro dos outros que estiverem bons e entre em contato com o fornecedor solicitando correção dos problemas encontrados.
Armazene os cilindros em áreas secas e bem ventiladas. Não guarde substâncias inflamáveis e fontes de ignição na mesma área. Armazene-os na posição vertical, com suas tampas no lugar e afastados da luz solar direta, onde possam estar sujeitos à ação do clima. Guarde-os afastados de tráfego e passagens de pedestres e acorrente-os a uma estrutura firme para evitar que caiam. Os gases inflamáveis devem ser armazenados separados por pelo menos 6,5 metros. O método preferencial é armazenar diferentes tipos de gases inflamáveis em diferentes locais.
O manuseio incorreto de gases comprimidos pode facilmente
causar danos extensivos à propriedade, sérios ferimentos e mesmo a morte de pessoas.
Algumas regras são apresentadas:
Conclusão:
Todo cilindro de gás comprimido contém uma grande quantidade de energia. Os gases por si só já são perigosos porque podem causar incêndios, podem ser tóxicos e podem ser corrosivos. Esta é a razão pela qual devemos tratar com cuidado todos os gases comprimidos. Deve seguir sempre as regras para a sua segurança.
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