Uma dúvida comum, entre as mulheres, é quando elas têm o direito de ligar as trompas.
Muitas desconhecem que existe uma lei que estipula se, e quando, isto pode ser feito. Esta é a lei nº 9263 de 1996, ou ”Lei do Planejamento Familiar”.
Para adquirir direito à ligadura ela precisa ter ao menos 01 dos pré-requisitos abaixo: • Ter mais de 25 anos (mesmo sem filhos); • Maiores de 18 anos e, pelo menos, dois filhos vivos; • Doença que proporciona “risco à vida ou à saúde da mulher ou do futuro concepto, testemunhado em relatório escrito e assinado por dois médicos”.
Porém, a lei também traz algumas regras que devem ser cumpridas: • É proibido realizar a ligadura no parto, exceto nos casos de comprovada necessidade, por cesarianas sucessivas anteriores; • Precisa manifestar, 60 dias antes da cirurgia e através de um documento escrito, sua vontade de realizar o procedimento; • Na vigência de sociedade conjugal, a esterilização depende do consentimento expresso de ambos os cônjuges.
De qualquer forma, vale lembrar que existem outras formas menos invasivas para se evitar filhos.
Um dos efeitos colaterais da pandemia foi descortinar as enormes fragilidades e dificuldades da atenção primária nos estados e municípios.
A lógica de descentralização e integração do excelente modelo organizacional do nosso Sistema Único de Saúde (SUS) foi rompida pelas esferas, federal, estaduais e municipais, uma vez que se tornaram estanques pela grande dificuldade de comunicação e interação entre elas.
Assistimos uma atenção primária agonizante em uma luta inglória, devido à sua desarticulação e subfinanciamento, onde o Brasil está entre os piores repasses orçamentários per capita, para a Saúde, na América Latina. A municipalização trouxe a atenção para mais próximo das pessoas, o que é positivo, pois facilita o acompanhamento e cobrança dos governantes por uma melhor assistência. Porém, não foi acompanhada pela descentralização dos recursos financeiros.
A valorização da assistência básica de saúde tem sido abandonada, progressivamente, há anos. A resolutividade das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), portas de entrada do SUS, tem sido cada vez menos efetiva.
Por conta da demora na marcação de consultas e exames, os pacientes recorrem às unidades de emergência, como as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e as Coordenações de Emergência Regional (CER), na busca de uma solução mais rápida para seu problema.
Com isso, o que observamos são emergências lotadas de pacientes que têm seus quadros agravados pela espera, com consequentes internações tardias, maior tempo de hospitalização e superlotação hospitalar.
É necessário, e urgente, que o Ministério da Saúde assuma seu papel de coordenador e regulador na organização do sistema de trabalho.
A começar pelo incentivo na formação dos profissionais generalistas e agentes comunitários de saúde, pois a atenção básica também deve se preocupar em vincular essas pessoas às unidades onde atuam e proporcionar aos usuários uma referência clara de quem são os responsáveis pelo seu cuidado. Para tal, entendo como fundamental a estruturação de um plano de carreira com progressão de atribuições e benefícios dentro do Sistema de Saúde.
Educação em Saúde para a população e equipes multidisciplinares capacitadas e treinadas na prevenção de doenças devem constituir objetivos a serem perseguidos.
Com foco no diagnóstico precoce e acompanhamento adequado dos pacientes, o sistema de regulação (SISREG) deve ser efetivo e transparente, para promover maior celeridade na marcação de consultas e exames, bem como acesso às internações.
O uso da tecnologia também não pode ser negligenciado. Criação de interfaces entre os sistemas de informática ambulatoriais e hospitalares para acesso único e universal ao prontuário do paciente, aplicativos de auxílio na marcação, acompanhamento e confirmação dos atendimentos, bem como para divulgar informações sobre ações em saúde, são algumas das facilidades que esta ferramenta pode oferecer.
A repactuação de atribuições de cada esfera também é essencial para uma atuação sinérgica entre elas. Como exemplo, temos a grande dificuldade que os municípios têm para abastecer suas unidades. A centralização na compra de materiais e medicamentos traria um ganho em escala substancial, além de possibilitar uma distribuição equânime entre os entes federativos.
Por fim, esses são alguns dos pontos que destaco para que possamos trilhar na direção de nosso objetivo na Saúde, que é proporcionar às pessoas viverem mais e melhor.
Uma das principais causas da secura vaginal é a diminuição da quantidade de estrogênio no organismo, pois esse é o hormônio responsável por manter uma fina camada de líquido lubrificante nas mucosas da vagina, evitando a secura vaginal. ⠀ 👉🏼 Além da terapia hormonal, que ajuda muito no tratamento dessa secura, existem outras opções, não hormonais, que podem se encaixar para o caso de cada paciente. ⠀ ⚠ Busque um ginecologista de confiança para iniciar um tratamento personalizado pra você!
A reposição hormonal é um tratamento baseado no uso de remédios capazes de repor as perdas de hormônios ovarianos que ocorrem na mulher durante o climatério. ⠀ Seu uso sempre causa insegurança em muitas mulheres. São muitas dúvidas sobre seus efeitos e a real necessidade. ⠀ Para começar, é necessária uma avaliação considerando características individuais das mulheres antes de iniciar o tratamento. A dose é mínima e o tempo de uso desses hormônios varia. ⠀ Os principais questionamentos que recebo são: ⠀ ⠀ Todas as mulheres precisam da terapia hormonal? – Depende da mulher e do histórico dela. A partir de uma boa avaliação e exames clínicos é que se pode chegar a uma conclusão. ⠀ A reposição hormonal pode causar câncer de mama? – Também depende de diversos fatores ligados ao histórico da paciente. Nada pode ser generalizado. ⠀ A reposição hormonal faz bem para a saúde da pele? – Faz sim! Com a volta dos hormônios a pele fica mais hidratada! ⠀ A minha libido pode aumentar? – Pode! ⠀ ⠀ E Você? Quais são as suas dúvidas? Estou à disposição para te ajudar!
Uma grande questão quando a mulher tem com a menopausa é a chegada da osteoporose. ⠀ 👉🏼 O climatério é um fator que aumenta as chances de adquirirem a doença. Isso é intensificado por causa do desequilíbrio hormonal desse período, que resulta principalmente na queda da produção de estrógeno. ⠀ 👉🏼 Esse hormônio funciona, entre outras coisas, como uma proteção natural aos ossos da mulher. ⠀ ⚠ A prevenção da osteoporose não deve começar apenas depois da menopausa, mas sim no climatério, período que antecede a menopausa e se prolongada após alguns anos. A realização de uma densitometria óssea é fundamental. ⠀ 👉🏼 Ao fazer esse exame a mulher consegue saber como está o seu nível de massa óssea. Caso os valores já estejam sendo reduzidos os tratamentos já podem ser iniciados com o especialista. ⠀ 👉🏼 Entre os diversos tratamentos, podemos considerar a clássica exposição ao sol, para que ocorra a síntese da vitamina D que é um pró-hormônio essencial para a absorção do cálcio pelo organismo. ⠀ 👉🏼 É possível que uma mulher que consome bastante cálcio e vitamina D, e se exercita bastante desde nova, chegue na menopausa e sofra com a doença se tiver fatores de riscos envolvidos, mas esse histórico favorável é vantajoso ao aumentar as chances de sucesso na prevenção.
Isso vai acontecer, mas podemos prevenir! ⠀ A queda de cabelo no climatério acontece devido à diminuição da produção de estrogênio pelo ovário, provocando queda dos níveis de colágeno, que é o principal responsável por manter o cabelo saudável. ⠀ Além da queda, os fios passarão por algumas transformações que vão deixá-los mais frágeis e quebradiços. As alterações hormonais do climatério vão afetar a quantidade de fios e até a hidratação natural dos cabelos. ⠀ Além disso, a queda na produção de melanina fará os fios brancos aparecerem. ⠀ Muitas dessas questões podem ser evitadas através da Reposição Hormonal prescrita pelo ginecologista. ⠀ Você tem dúvidas sobre esse assunto? ⠀
A situação dos hospitais e institutos federais na cidade do Rio de Janeiro tem se agravado há anos.
Além do decano Hospital Federal dos Servidores do Estado (1934), o Hospital Federal Cardoso Fontes (1945), Hospital Federal de Bonsucesso (1948), Hospital Federal de Ipanema (1955) e o caçula Hospital Federal da Lagoa (1962), são prédios antigos, castigados pelo tempo, e de arquitetura inadequada para os padrões da medicina atual.
Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (INTO), Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA, subdivididos em I, II, III e IV), Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) e Instituto Nacional de Cardiologia (INC), formam um quarteto carioca de institutos federais que também padecem de grande desgaste e falta de modernização nas suas estruturas, além de uma progressiva perda na capacidade de trabalho e precarização dos vínculos trabalhistas.
Após tantos anos sem concurso público, o número de profissionais inativos absorve grande parte do orçamento dessas unidades. A reposição dos funcionários que se aposentam tem sido realizada através de contratos temporários, porém, insuficiente pela perda que tem ocorrido. Com baixos salários, os contratados recebem bônus ou gratificações para uma pequena melhoria nos vencimentos. Mas a remuneração, ainda não atrativa, tem impacto negativo no desempenho e vínculo com a unidade de saúde.
Neste quadro, observamos um envelhecimento dos recursos humanos que leva ao agravamento ainda maior da situação. Servidores, com salário base cada vez mais defasado, dependem das gratificações para manterem o mínimo, o que os levam a postergar a aposentadoria.
Em relação à gestão, o problema não é menor. Responsáveis pelo próprio gerenciamento, sofrem grandes pressões por parte dos políticos em busca de formar verdadeiros “feudos de benefícios”. Interferência no agendamento de serviços e solicitações na contratação de pessoas são alguns dos exemplos que habitam o cotidiano desses hospitais.
Com este cenário, é imperativa e urgente uma reforma administrativa.
Acredito que uma aproximação sinérgica e transparente com as esferas estaduais e municipais, inclusive na regulação de leitos hospitalares e marcação de consultas/exames, dificultaria os atalhos para a politização nas unidades.
Também é necessário um plano de cargos, carreira e salários. O estímulo à meritocracia, para a progressão na carreira dentro de uma instituição, fortalece o vínculo com a mesma, e traz desdobramento positivo na dedicação e performance.
Enfim, ações urgentes são imprescindíveis na recuperação do que estas unidades já foram um dia, para trazer uma melhoria na saúde dos cariocas.
Ficar sem dormir realmente é um pesadelo! 😫 ⠀ Mas calma! Muitas mulheres passam por isso no Climatério. ⠀ 👉🏼 Não só a dificuldade para dormir, mas também estabelecer um sono reparador. ⠀ 👉🏼 A má qualidade do sono compromete o bem-estar mental e físico durante o dia e, consequentemente, a sua qualidade de vida. ⠀ 👉🏼 Esse distúrbio é devido às alterações hormonais dessa fase e está relacionado à queda no estoque dos folículos no Climatério. ⠀ 👉🏼 Folículos são as estruturas que guardam os óvulos e são responsáveis pela produção dos hormônios ovarianos. ⠀ 👉🏼 Ao longo da vida, a mulher vai consumindo estes folículos e, quando chega o Climatério, o número deles já é bem pequeno. ⠀ A partir disso, há a queda dos hormônios produzidos pelos ovários causando grandes alterações no organismo. ⠀ 👉🏼 A progesterona é um potente indutor do sono e como a produção dela tem grande queda no Climatério, a insônia se torna natural. ⠀ 👉🏼 Outros motivos comuns para o distúrbio do sono, também ligados a essas alterações hormonais são: Apneia do Sono, Fogachos e Mudanças de Humor. ⠀ Acontece que para esses distúrbios, tem solução!😉 ⠀ Não hesite em buscar a ajuda do seu médico e seguir as orientações para melhorar suas noites de sono.
Quando a mulher começa a entrar no Climatério, isso é super normal! ⠀ Essa alteração do ciclo menstrual se dá às mudanças hormonais bruscas e constantes que ocorrem nessa fase. ⠀ São várias alterações no sangramento e a menstruação pode falhar durante alguns meses, sendo comum casos em que demora mais de 60 dias para retornar. ⠀ No momento em que essa pausa se estende para 12 meses podemos considerar que a mulher teve sua Menopausa. ⠀ Essas e outras alterações devem ser acompanhadas por um Ginecologista que vai esclarecer e te apoiar nesse momento, orientando, inclusive, nos procedimentos para combater esses sintomas.
Você passa por isso? Tem alguma dúvida? Deixe nos comentários que eu te ajudo.
Ficar sem dormir realmente é um pesadelo! 😫 ⠀ Mas calma! Muitas mulheres passam por isso no Climatério. ⠀ 👉🏼 Não só a dificuldade para dormir, mas também estabelecer um sono reparador. ⠀ 👉🏼 A má qualidade do sono compromete o bem-estar mental e físico durante o dia e, consequentemente, a sua qualidade de vida. ⠀ 👉🏼 Esse distúrbio é devido às alterações hormonais dessa fase e está relacionado à queda no estoque dos folículos no Climatério. ⠀ 👉🏼 Folículos são as estruturas que guardam os óvulos e são responsáveis pela produção dos hormônios ovarianos. ⠀ 👉🏼 Ao longo da vida, a mulher vai consumindo estes folículos e, quando chega o Climatério, o número deles já é bem pequeno. ⠀ A partir disso, há a queda dos hormônios produzidos pelos ovários causando grandes alterações no organismo. ⠀ 👉🏼 A progesterona é um potente indutor do sono e como a produção dela tem grande queda no Climatério, a insônia se torna natural. ⠀ 👉🏼 Outros motivos comuns para o distúrbio do sono, também ligados a essas alterações hormonais são: Apneia do Sono, Fogachos e Mudanças de Humor. ⠀ Acontece que para esses distúrbios, tem solução!😉 ⠀ Não hesite em buscar a ajuda do seu médico e seguir as orientações para melhorar suas noites de sono.
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