Menopausa é envelhecimento?

Não mesmo! Quero te mostrar que após tratar a menopausa e se livrar dos sintomas indesejáveis, é hora de aproveitar essa nova fase tão cheia de possibilidades. Porque, convenhamos, por volta dos 50 anos, as mulheres estão no auge da vida e têm ainda 3 ou 4 décadas, no mínimo, para viver plenamente, se você souber cuidar do corpo e da mente.

Se engana quem pensa que a menopausa é o sinal de que a vida está perto do fim. Por mais difícil que esse período possa parecer, a boa notícia é que os sintomas podem ser controlados com auxílio médico e a qualidade de vida pode ser recuperada. Você só precisa encontrar formas de atravessar essa etapa de maneira leve e feliz.

Imagine que uma mulher que entra na menopausa aos 45 anos ainda está totalmente ativa, e não pode ser “condenada” a viver décadas como se isso fosse o fim. Hoje, a mulher passa muitos anos no climatério e consequentemente, entram na menopausa cada vez mais cedo.

Então eu pergunto: como você quer encarar essa nova fase? É claro que tudo vai depender de como você se cuidou ao longo dos anos. Alimentação equilibrada, exercícios físicos regulares e cuidados com a saúde mental são necessários desde a infância para garantir que a terceira idade possa ser aproveitada em sua plenitude. Não há mágica…

Se você sempre se preocupou com todos esses aspectos, agora é a hora de colher os frutos! E ainda dá tempo de correr atrás do prejuízo e aproveitar todos os anos que ainda têm pela frente. Só não vale ficar parada esperando o tempo passar.

Solitário?

É certo que o diretor aponta para as diretrizes a serem adotadas, porém, há de se cuidar para não cair na cilada da autocracia.

Além disso, o comportamento monocrático pode caminhar para o maniqueísmo e prejudicar a percepção das nuances do talvez.

Assumir esse comportamento significa estar em dessintonia com os modelos modernos de gestão, onde é fundamental o trabalho em equipe.

Qual a sua opção?

Hoje eu parei para refletir um pouco mais sobre o envelhecimento. Acho que existem 2 tipos de pessoas, as que pensam “Como o tempo é cruel e infelizmente ele chega para todo mundo!” e aquelas que pensam “O tempo é justo e faz o mesmo efeito para todo mundo!”

Bem, eu não sei de que lado você está agora, mas em 30 anos, o nosso planeta terá mais velhos do que jovens e todos nós sabemos que, na melhor das hipóteses, todos seremos velhos um dia. E agora eu te pergunto: como você gostaria de envelhecer? Saiba que é importante chegar à melhor idade com tudo em cima.

Todos podemos envelhecer com saúde. A fórmula é, relativamente, simples: pratique atividade física regularmente, mantenha os exames de rotina em dia, estimule sua memória e cultive as relações sociais!

Curtiu as dicas? Queremos saber o que você faz ou pretende fazer para chegar à terceira idade com saúde. Conte nos comentários!

Autoestima

Amor-próprio na menopausa? É possível sim! Manter o amor por si mesma é importante em qualquer fase da vida e se colocar em primeiro lugar sempre!

A menopausa é um momento marcante na vida da mulher. E junto com ela, chegam diversas novidades, uma boas e outras nem tanto (como deixar de se valorizar e de se gostar).

A autoestima nesse período se faz ainda mais importante, considerando que a mulher passa por um novo processo de transição, que por sua vez, pode influenciar na saúde como um todo.

Manter o amor-próprio e a autoestima faz com que você tenha iniciativa para se cuidar mais, para agir preventivamente e procurar ajuda médica sempre que for necessário.

👉Separamos 3 dicas para te ajudar a manter a qualidade de vida e com isso, sua autoestima elevada:

1- Atividade física – Pratique diariamente, de 30 minutos a 1 hora. Faça o que estiver ao seu alcance, mas não deixe de se movimentar.

2- Alimentação saudável – É necessária que seja baseada em alimentos de verdade, evitando açúcares, gorduras e produtos industrializados. O equilíbrio é importante quando se tratar de comer bem.

3- Saúde mental – Experimente um pouquinho de meditação, que é uma forma de prevenção e fortalecimento da saúde mental.

Toda mulher precisa se sentir segura, valorizar-se e gostar de si mesma, independente da fase em que vive. Praticar o amor-próprio não se trata de ideologia ou modismo, e sim de saúde, harmonia e energia para enfrentar as dificuldades que possam aparecer ao longo de cada fase da sua vida.

Muitos imprevistos?

Um indicador de fragilidade na estruturação dos processos é o número de soluções sobre demanda.

Ainda na fase de planejamento, um bom tempo precisa ser dispensado na antecipação de situações frequentes, bem como as ações que devem ser tomadas quando elas ocorrem.

É fundamental o conhecimento da ambiência, das características de sua equipe e como ela se insere na operacionalização do sistema de trabalho.

Um “brain storm” com depuração e categorização das ideias, seguido de redução de variáveis, tem a capacidade de diminuir os imprevistos.

Equipe homogênea ou heterogênea?

Sem dúvida, heterogênea.

A heterogeneidade não significa inevitáveis conflitos.

Unir diferentes gerações, em geral, traz benefícios para o resultado final, onde a experiência e a proatividade ganham mais espaço.

Ter uma equipe interdisciplinar, com profissionais de diferentes expertises, mas que agem de forma complementar e sinérgica, aumenta sua eficiência e eficácia.

Já um grupo só formado por pessoas de perfis semelhantes, mesmo muito qualificado, pode ter uma forte atuação pontual, enquanto as fragilidades enfrentam maiores dificuldades.

Por que Climatério?

Muitos me perguntam por que dar atenção especial às mulheres do climatério.

Bem, vários são os motivos que me levaram a dedicar grande parte do meu estudo para essa fase da vida delas.

Sempre fiquei fascinado pela influência que os hormônios têm sobre o corpo.

No caso dos hormônios ovarianos, eles agem nos ciclos menstruais, ovulação, gestação, circulação, digestão e até nas emoções.

Mexem com o útero, mamas, pele, distribuição da gordura, fígado, aparelho digestório, vasos sanguíneos, ossos e até cérebro.

Além disso, segundo o último censo do IBGE, 51% da população brasileira é composta por mulheres e, se considerarmos apenas as pessoas acima de 40 anos, a população feminina sobe para 53%.

Mesmo assim, ainda são poucos os profissionais que se dedicam às mulheres que estão neste novo período de grandes mudanças no seu organismo.

Portanto, tenho me empenhado em cuidar dessas jovens senhoras que têm, no climatério, uma oportunidade de se reinventar e ter uma excelente qualidade de vida.

Viajar é preciso

Peço aqui licença ao general romano Pompeu que, no século I a.C., encorajava seus marinheiros com a frase “Navigare necesse, vivere non est necesse”, repetida ao longo da história pelo poeta italiano Petrarca, no século XIV, e pelo inesquecível Fernando Pessoa.

Assim, cometo a heresia de adaptá-la à minha realidade onde “viajar é preciso”.

É preciso conhecer locais diferentes, de culturas diversas e entendimentos adaptados às suas realidades.

Quando viajo, além da evidente contribuição ao conhecimento e à cultura, pratico um verdadeiro exercício de resiliência, tolerância e respeito a visões diferentes.

Quando saio em meus passeios, entendo porque um dos significados de “viajar” é “sonhar”.

Conhecendo realidades tão diferentes, sonho com um mundo onde o convívio seja harmônico, e tenha como objetivo principal tornar a vida mais feliz.

Diferença fundamental

Hoje gostaria de compartilhar com vocês uma reflexão sobre a diferença entre ser médico e ser formado em medicina.😉


Quando o nosso propósito vai além dos papéis que representamos, seja na vida ou na carreira. Ser médico vai além de ter um diploma!

O papel do médico não restringe-se a um título. Exercer medicina vem se transformando ao longo do tempo e adquirindo novos sentidos nos últimos anos.

Além das questões humanas, é imprescindível que o médico esteja em contato com a tecnologia e suas fontes de informação para poder evoluir cientificamente e trazer ao paciente melhores serviços e resultados.

Talvez estejamos presenciando uma das maiores revoluções na ciência e na medicina. É a Revolução da Informação, que engloba diversas modificações na prática da nossa arte milenar de tratar doentes e curar doenças.

Por esse motivo, hoje eu pensei em pausar e pensar mais em como estamos nos conectando, em como anda a nossa relação com as fontes de informação, principalmente nesse contexto tão delicado onde a saúde é (e sempre será) um tema que transcende a medicina.

Fiquei curioso para saber como anda a relação de vocês com as suas fontes de informação… as que falam sobre saúde e bem estar, por exemplo… vocês acham que por aqui, nós conseguimos trazer conteúdos interessantes e informações seguras?